Aproveitando o sucesso das vending machines para snacks e bebidas, as máquinas têm sido adaptadas para o comércio de revistas.
Crédito:Divulgação/ Case Máquinas estão espalhadas por algumas estações de metrô, como a Barra Funda A inciativa no Brasil começou com a EdiCase, que abriu uma unidade de negócios dedicada à novidade. Desde março deste ano, as estações Sé e Barra Funda do metrô receberam vending machines exclusivas para a venda de revistas. A expectativa é que até o final de 2014, mais 50 pontos sejam instalados também em terminais de ônibus, trens e rodoviárias.
Segundo Wesley Lopes, responsável pelo desenvolvimento de Novos Negócios no Grupo EdiCase, a ideia surgiu como solução para as constantes quedas no consumo de publicações impressas em bancas de revistas e livrarias. “Nosso objetivo é aproveitar o tempo ocioso em pontos de espera, transformando-os em oportunidade de negócio”, destaca. “O mercado brasileiro vem de um histórico editorial que não é tão otimista. Ano após ano com as vendas caindo, achávamos que o resultado das vending machines seria parecido, mas foi muito superior”. Atualmente, as máquinas comercializam revistas de diversos segmentos, como culinária, artesanato, games, informática e educação.
O executivo explica que os equipamentos foram importados do México e que precisaram de alguns ajustes “Adaptamos tanto o sistema de molas, quanto as posições onde ficam as revistas, nas gavetas. O funcionamento da máquina, no entanto, é bem prático. O consumidor tem a opção de usar moedas ou cédulas”.
Atualmente, além dos títulos da própria EdiCase, três editoras já estão comercializando suas publicações através do novo canal de vendas. A Level up e Tambor, no segmento de games, e a New Pop, que publica mangás já apostam na novidade. A expectativa é que em breve outras empresas editoriais também se interessem pelo canal.
O preço médio dos títulos é de R$ 2, mas segundo o executivo, é crescente o interesse por revistas de games, que podem custar até R$ 19. “Acredito que é importante ter um bom preço combinado com assuntos que o leitor se interessa. Hoje temos publicações que custam até R$ 19 reais e que também são bem procuradas. Então, não é só o fator preço que conta”.
Crédito:Divulgação/ Case Máquinas estão espalhadas por algumas estações de metrô, como a Barra Funda A inciativa no Brasil começou com a EdiCase, que abriu uma unidade de negócios dedicada à novidade. Desde março deste ano, as estações Sé e Barra Funda do metrô receberam vending machines exclusivas para a venda de revistas. A expectativa é que até o final de 2014, mais 50 pontos sejam instalados também em terminais de ônibus, trens e rodoviárias.
Segundo Wesley Lopes, responsável pelo desenvolvimento de Novos Negócios no Grupo EdiCase, a ideia surgiu como solução para as constantes quedas no consumo de publicações impressas em bancas de revistas e livrarias. “Nosso objetivo é aproveitar o tempo ocioso em pontos de espera, transformando-os em oportunidade de negócio”, destaca. “O mercado brasileiro vem de um histórico editorial que não é tão otimista. Ano após ano com as vendas caindo, achávamos que o resultado das vending machines seria parecido, mas foi muito superior”. Atualmente, as máquinas comercializam revistas de diversos segmentos, como culinária, artesanato, games, informática e educação.
O executivo explica que os equipamentos foram importados do México e que precisaram de alguns ajustes “Adaptamos tanto o sistema de molas, quanto as posições onde ficam as revistas, nas gavetas. O funcionamento da máquina, no entanto, é bem prático. O consumidor tem a opção de usar moedas ou cédulas”.
Atualmente, além dos títulos da própria EdiCase, três editoras já estão comercializando suas publicações através do novo canal de vendas. A Level up e Tambor, no segmento de games, e a New Pop, que publica mangás já apostam na novidade. A expectativa é que em breve outras empresas editoriais também se interessem pelo canal.
O preço médio dos títulos é de R$ 2, mas segundo o executivo, é crescente o interesse por revistas de games, que podem custar até R$ 19. “Acredito que é importante ter um bom preço combinado com assuntos que o leitor se interessa. Hoje temos publicações que custam até R$ 19 reais e que também são bem procuradas. Então, não é só o fator preço que conta”.

