Máquinas para a venda de revistas nos metrôs é alternativa para impulsionar mercado editorial
Diante da oportunidade de apresentar suas revistas para um público que ultrapassa os dois bilhões de usuários ao longo do ano no sistema metroferroviário de São Paulo, algumas editoras têm apostado em um novo formato de comercialização de seus títulos.
Atualizado em 01/07/2014 às 14:07, por
Danúbia Paraizo.
Aproveitando o sucesso das vending machines para snacks e bebidas, as máquinas têm sido adaptadas para o comércio de revistas.
Crédito:Divulgação/ Case Máquinas estão espalhadas por algumas estações de metrô, como a Barra Funda A inciativa no Brasil começou com a EdiCase, que abriu uma unidade de negócios dedicada à novidade. Desde março deste ano, as estações Sé e Barra Funda do metrô receberam vending machines exclusivas para a venda de revistas. A expectativa é que até o final de 2014, mais 50 pontos sejam instalados também em terminais de ônibus, trens e rodoviárias.
Segundo Wesley Lopes, responsável pelo desenvolvimento de Novos Negócios no Grupo EdiCase, a ideia surgiu como solução para as constantes quedas no consumo de publicações impressas em bancas de revistas e livrarias. “Nosso objetivo é aproveitar o tempo ocioso em pontos de espera, transformando-os em oportunidade de negócio”, destaca. “O mercado brasileiro vem de um histórico editorial que não é tão otimista. Ano após ano com as vendas caindo, achávamos que o resultado das vending machines seria parecido, mas foi muito superior”. Atualmente, as máquinas comercializam revistas de diversos segmentos, como culinária, artesanato, games, informática e educação.
O executivo explica que os equipamentos foram importados do México e que precisaram de alguns ajustes “Adaptamos tanto o sistema de molas, quanto as posições onde ficam as revistas, nas gavetas. O funcionamento da máquina, no entanto, é bem prático. O consumidor tem a opção de usar moedas ou cédulas”.
Atualmente, além dos títulos da própria EdiCase, três editoras já estão comercializando suas publicações através do novo canal de vendas. A Level up e Tambor, no segmento de games, e a New Pop, que publica mangás já apostam na novidade. A expectativa é que em breve outras empresas editoriais também se interessem pelo canal.
O preço médio dos títulos é de R$ 2, mas segundo o executivo, é crescente o interesse por revistas de games, que podem custar até R$ 19. “Acredito que é importante ter um bom preço combinado com assuntos que o leitor se interessa. Hoje temos publicações que custam até R$ 19 reais e que também são bem procuradas. Então, não é só o fator preço que conta”.
Crédito:Divulgação/ Case Máquinas estão espalhadas por algumas estações de metrô, como a Barra Funda A inciativa no Brasil começou com a EdiCase, que abriu uma unidade de negócios dedicada à novidade. Desde março deste ano, as estações Sé e Barra Funda do metrô receberam vending machines exclusivas para a venda de revistas. A expectativa é que até o final de 2014, mais 50 pontos sejam instalados também em terminais de ônibus, trens e rodoviárias.
Segundo Wesley Lopes, responsável pelo desenvolvimento de Novos Negócios no Grupo EdiCase, a ideia surgiu como solução para as constantes quedas no consumo de publicações impressas em bancas de revistas e livrarias. “Nosso objetivo é aproveitar o tempo ocioso em pontos de espera, transformando-os em oportunidade de negócio”, destaca. “O mercado brasileiro vem de um histórico editorial que não é tão otimista. Ano após ano com as vendas caindo, achávamos que o resultado das vending machines seria parecido, mas foi muito superior”. Atualmente, as máquinas comercializam revistas de diversos segmentos, como culinária, artesanato, games, informática e educação.
O executivo explica que os equipamentos foram importados do México e que precisaram de alguns ajustes “Adaptamos tanto o sistema de molas, quanto as posições onde ficam as revistas, nas gavetas. O funcionamento da máquina, no entanto, é bem prático. O consumidor tem a opção de usar moedas ou cédulas”.
Atualmente, além dos títulos da própria EdiCase, três editoras já estão comercializando suas publicações através do novo canal de vendas. A Level up e Tambor, no segmento de games, e a New Pop, que publica mangás já apostam na novidade. A expectativa é que em breve outras empresas editoriais também se interessem pelo canal.
O preço médio dos títulos é de R$ 2, mas segundo o executivo, é crescente o interesse por revistas de games, que podem custar até R$ 19. “Acredito que é importante ter um bom preço combinado com assuntos que o leitor se interessa. Hoje temos publicações que custam até R$ 19 reais e que também são bem procuradas. Então, não é só o fator preço que conta”.





