Manifestante que agrediu jornalista no MS deve prestar serviços comunitários
Na última quarta-feira (31/7), a delegada Magali Leite Cordeiro ouviu o depoimento da manifestante do MPPL (Movimento Popular pelo Passe Livre) que agrediu a repórter Thalyta Andrade, do Diário MS , durante cobertura da ocupação da Câmara de Dourados, no Mato Grosso do Sul, na última segunda (29/7).
Atualizado em 01/08/2013 às 15:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
A delegada diz que a agressora deve ser condenada a cumprir pena de prestação de serviços comunitários ou pagamento de cestas básicas.
Crédito:Divulgação Manifestante terá que cumprir pena disciplinar por agressão à repórter
“Ela [agressora] prestou depoimento e apresentou a mesma versão da Thalyta [vítima], mas acreditando estar com a razão”, disse a delegada.
Segundo o Diário MS , a manifestante arrancou à força uma folha o bloco de anotações da jornalista, sob a alegação de que não queria ter suas falas publicadas.
O MPPL publicou uma nova versão para o ocorrido em sua página. Eles pediram desculpas “aos leitores de nossa página pela nota publicada ontem [quando acusaram a jornalista de agir errado], já que visivelmente ela foi movida pela emoção e o calor do momento”.
O MPPL ainda disse que uma integrante do movimento “abordou a jornalista e pediu a mesma para ser retirada a fala” de uma entrevista concedida anteriormente. Eles alegaram que as duas conversaram de forma educada e que “tudo transcorreu na mais possível civilidade e, mesmo depois do pedido da pessoa entrevistada para que se retirasse a entrevista em questão não foi o que aconteceu”.
Crédito:Divulgação Manifestante terá que cumprir pena disciplinar por agressão à repórter
“Ela [agressora] prestou depoimento e apresentou a mesma versão da Thalyta [vítima], mas acreditando estar com a razão”, disse a delegada.
Segundo o Diário MS , a manifestante arrancou à força uma folha o bloco de anotações da jornalista, sob a alegação de que não queria ter suas falas publicadas.
O MPPL publicou uma nova versão para o ocorrido em sua página. Eles pediram desculpas “aos leitores de nossa página pela nota publicada ontem [quando acusaram a jornalista de agir errado], já que visivelmente ela foi movida pela emoção e o calor do momento”.
O MPPL ainda disse que uma integrante do movimento “abordou a jornalista e pediu a mesma para ser retirada a fala” de uma entrevista concedida anteriormente. Eles alegaram que as duas conversaram de forma educada e que “tudo transcorreu na mais possível civilidade e, mesmo depois do pedido da pessoa entrevistada para que se retirasse a entrevista em questão não foi o que aconteceu”.





