Manifestações contra a Rede Globo tiveram poucos participantes no RJ e em SP

Convocados por meio das redes sociais, os protestos contra a Rede Globo marcados para a última quarta-feira (3/7) tiveram baixa adesão no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Atualizado em 04/07/2013 às 10:07, por Redação Portal IMPRENSA.

sociais, os protestos contra a Rede Globo na última quarta-feira (3/7) tiveram baixa adesão no Rio de Janeiro e em São Paulo. Theofilo Rodrigues, um dos organizadores, disse que a manifestação não é contra a emissora, mas “pelo que ela simboliza como monopólio de veículos de comunicação".

Crédito:Divulgação Protestos contra a emissora levaram poucas pessoas até as sedes da Globo no RJ e em SP
De acordo com o Terra, no Rio, o movimento foi marcado para 17h, mas só começou às 18h. A jornalista Claudia Abreu, da Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito de Comunicação, começou o protesto pedindo que todos respeitassem o direito de os profissionais de imprensa cobrir os eventos com liberdade.

Manifestantes gritaram palavras de ordem contra a emissora e pediram que o Ministério Público investigue as contas da rede, em referência à suposta sonegação fiscal da empresa à Receita Federal. Cerca de 30 policiais se posicionaram na porta da emissora, mas o protesto foi pacífico, reunindo cerca de cem pessoas.

Em São Paulo, apesar da mobilização por meio das redes sociais, com as quais manifestantes agendaram um protesto para 18h, em frente à sede da Rede Globo na capital paulista, até as 18h40 não havia nenhuma movimentação nas duas portarias da emissora.

Apenas duas viaturas da Polícia Militar e seis motos da corporação foram encaminhadas ao local por precaução e, em frente às portarias, proteções de metal foram colocadas para evitar depredação. Fora isso, seguranças da Rede Globo se posicionaram no estacionamento da emissora para conter possíveis danos em caso de manifestação.