Manifestação de amigos e familiares lembra 100 dias da morte de radialista em MG
Na última terça-feira (11/6), completaram-se cem dias do assassinato do radialista Rodrigo Neto, morto no dia 8 de março, em Ipatinga (MG).
Atualizado em 13/06/2013 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Familiares, colegas de profissão e amigos organizaram um protesto no local em que a vítima foi baleada.
Crédito:Divulgação Morte do jornalista completa 100 dias sem que a polícia identifique os culpados
De acordo com o G1, cem cruzes foram espalhadas por uma calçada próxima ao bar onde ocorreu a execução do radialista. Faixas, carro de som, velas e balões pretos também foram colocados nas proximidades. Dois líderes religiosos foram convidados para pregar palavras de conforto aos presentes.
Entre as autoridades presentes na manifestação, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e também representante do movimento nacional do DH, José Barbosa de Andrade, fez seu protesto, cobrando por resposta pelo assassinato do jornalista.
“A morte de Rodrigo foi uma afronta ao Estado Civil de Direitos e uma demonstração clara de querer calar a imprensa. Todas as manifestações e atos públicos, organizados pelos jornalistas, são válidos. A sensação que temos é de que a policia já sabe quais foram os autores, só não querem dar nomes aos bois”, disse.
Enquanto os manifestantes faziam o protesto ao redor das cruzes, um carro de som veiculava manchetes sonoras das reportagens que Neto levava ao ar no quadro de seu programa conhecido como "Histórias que o tempo não apagou".
A manifestação dos cem dias foi a primeira ação do Comitê Rodrigo Neto, depois da trégua que o grupo teria cedido ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Diante das frequentes cobranças por parte da imprensa, o delegado responsável pelas investigações fez um apelo aos jornalistas para que pudesse trabalhar em uma “zona de conforto”, pois só assim conseguiria chegar aos autores.
O jornalista Marcelo Luciano, membro do Comitê Rodrigo Neto, disse que foi preciso retomar as atividades do grupo, pois a Polícia Civil aparentemente teria se acomodado diante das apurações do crime.
Crédito:Divulgação Morte do jornalista completa 100 dias sem que a polícia identifique os culpados
De acordo com o G1, cem cruzes foram espalhadas por uma calçada próxima ao bar onde ocorreu a execução do radialista. Faixas, carro de som, velas e balões pretos também foram colocados nas proximidades. Dois líderes religiosos foram convidados para pregar palavras de conforto aos presentes.
Entre as autoridades presentes na manifestação, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e também representante do movimento nacional do DH, José Barbosa de Andrade, fez seu protesto, cobrando por resposta pelo assassinato do jornalista.
“A morte de Rodrigo foi uma afronta ao Estado Civil de Direitos e uma demonstração clara de querer calar a imprensa. Todas as manifestações e atos públicos, organizados pelos jornalistas, são válidos. A sensação que temos é de que a policia já sabe quais foram os autores, só não querem dar nomes aos bois”, disse.
Enquanto os manifestantes faziam o protesto ao redor das cruzes, um carro de som veiculava manchetes sonoras das reportagens que Neto levava ao ar no quadro de seu programa conhecido como "Histórias que o tempo não apagou".
A manifestação dos cem dias foi a primeira ação do Comitê Rodrigo Neto, depois da trégua que o grupo teria cedido ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Diante das frequentes cobranças por parte da imprensa, o delegado responsável pelas investigações fez um apelo aos jornalistas para que pudesse trabalhar em uma “zona de conforto”, pois só assim conseguiria chegar aos autores.
O jornalista Marcelo Luciano, membro do Comitê Rodrigo Neto, disse que foi preciso retomar as atividades do grupo, pois a Polícia Civil aparentemente teria se acomodado diante das apurações do crime.





