Manchete de jornal inspira filme sobre mulher que assaltou um banco
O casal de cineastas búlgaros Kristina Grazova e Petar Valchanov se basearam em uma manchete de jornal “Professora assalta banco”, para a criação do filme “A Lição”.
Atualizado em 11/06/2015 às 18:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Kristina Grazova e Petar Valchanov se basearam na manchete de jornal “Professora assalta banco”, para a criação do filme “A Lição”. Depois de percorrer vários festivais de cinema, o longa tem estreia marcada para esta quinta-feira (11/6) na cidade de Sófia. De acordo com o Estadão Conteúdo, o filme conta a história de uma professora que precisa ganhar dinheiro rapidamente porque corria o risco de perder a casa. A personagem resolve assaltar um banco para levantar a quantia.
A história, que foi impulsionada no Talent Campus, festival em Berlim que promove novos diretores e ajuda na criação de projetos, foi quase toda pensada e estruturada por lá com ajuda de outros profissionais.
Valchanov disse que a orientadora do casal influenciou bastante nos rumos que o drama tomou. “Não queríamos que nossa história virasse um dramalhão. Ela já tinha um pouco de humor, mas nossa orientadora nos fez investir em um aspecto que estávamos minimizando, o policial”.
Ele diz ainda que o filme se desenvolve de um jeito diferente do tradicional, porque “ele não é fechado no dilema do protagonista”. Segundo ele, trabalhar com suspense é estimulante. “Descobrimos que o recurso de uma cena de tensão só aparece na hora da montagem de um filme”, alegou.
A história, que foi impulsionada no Talent Campus, festival em Berlim que promove novos diretores e ajuda na criação de projetos, foi quase toda pensada e estruturada por lá com ajuda de outros profissionais.
Valchanov disse que a orientadora do casal influenciou bastante nos rumos que o drama tomou. “Não queríamos que nossa história virasse um dramalhão. Ela já tinha um pouco de humor, mas nossa orientadora nos fez investir em um aspecto que estávamos minimizando, o policial”.
Ele diz ainda que o filme se desenvolve de um jeito diferente do tradicional, porque “ele não é fechado no dilema do protagonista”. Segundo ele, trabalhar com suspense é estimulante. “Descobrimos que o recurso de uma cena de tensão só aparece na hora da montagem de um filme”, alegou.
O casal conta que nas pesquisas para elaboração do roteiro, ouviram várias histórias e decidiram transformar a obra em parte de uma trilogia. “O filme deveria ser o fecho da nossa trilogia sobre ética, mas quisemos começar pelo fim. Mês que vem começamos a filmar o próximo, sobre um trabalhador que acha uma fortuna nos trilhos do trem. Sua honestidade lhe cria problemas”, concluiu Valchanov.





