Mais um jornalista assassinado nas Filipinas
Romeo Olea, apresentador de rádio, foi morto a tiros por um homem em uma motocicleta, quando estava a caminho do trabalho na cidade de Iriga City
Atualizado em 14/06/2011 às 10:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Comitê de Proteção aos Jornalistas alertou às autoridades Filipinas a respeito do segundo assassinato de jornalistas da rádio dwEB, informou o , na última segunda-feira (13).
Romeo Olea, apresentador de rádio, foi morto a tiros por um homem em uma motocicleta, quando estava a caminho do trabalho na cidade de Iriga, a 480 quilômetros da capital Manila. Segundo o CPJ, há indícios de que o assassinato estar relacionado à profissão de Olea. Sua esposa afirmou que Olea recebera algumas ameaças, mas não procurou as autoridades para dar queixa.
Este é o segundo jornalista morto, da rádio dwEB em menos de um ano. Em julho de 2010, Miguel Belen, comentarista da rádio, morreu no hospital após ter sido alvo de sete tiros, também disparados por homens em motocicletas. Antes de morrer, Belen pode colaborar na identificação dos autores dos disparos, mas nenhum deles foi levado a julgamento.
O CPJ pede às autoridades que investiguem o caso. "A morte de Romeo Olea não deve se tornar mais um caso de morte de jornalista não-investigada e não-julgada nas Filipinas", disse Bob Dietz, coordenador do programa para a Ásia do CPJ. "O governo deve interceder com a polícia local e os promotores devem trazer os culpados pela morte de Olea a julgamento", afirma.
Romeo Olea, apresentador de rádio, foi morto a tiros por um homem em uma motocicleta, quando estava a caminho do trabalho na cidade de Iriga, a 480 quilômetros da capital Manila. Segundo o CPJ, há indícios de que o assassinato estar relacionado à profissão de Olea. Sua esposa afirmou que Olea recebera algumas ameaças, mas não procurou as autoridades para dar queixa.
Este é o segundo jornalista morto, da rádio dwEB em menos de um ano. Em julho de 2010, Miguel Belen, comentarista da rádio, morreu no hospital após ter sido alvo de sete tiros, também disparados por homens em motocicletas. Antes de morrer, Belen pode colaborar na identificação dos autores dos disparos, mas nenhum deles foi levado a julgamento.
O CPJ pede às autoridades que investiguem o caso. "A morte de Romeo Olea não deve se tornar mais um caso de morte de jornalista não-investigada e não-julgada nas Filipinas", disse Bob Dietz, coordenador do programa para a Ásia do CPJ. "O governo deve interceder com a polícia local e os promotores devem trazer os culpados pela morte de Olea a julgamento", afirma.






