Mais três jornalistas são presos no Egito
As forças de segurança egípcias prenderam três jornalistas em um café na região de Dokki, em Guizé. Crédito:AFP/Mohamed El-Shahed
Atualizado em 28/11/2019 às 18:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
As forças de segurança egípcias prenderam três jornalistas em um café na região de Dokki, em Guizé.
Crédito:AFP/Mohamed El-Shahed Sallam é uma repórter freelancer e fez matérias para agências internacionais como a BBC e Deutsche Welle. El-Sayyad é marido de Sallam e fotógrafo freelancer. Já Salah é blogueiro.
As prisões ocorreram depois que as autoridades detiveram brevemente quatro jornalistas de Mada Masr e invadiram o escritório da emissora.
O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) pede que as autoridades liberem imediatamente os jornalistas e arquivem qualquer acusação contra eles.
As prisões ocorrem depois que as autoridades egípcias detiveram brevemente quatro jornalistas de Mada Masr e invadiram o escritório da emissora em 24 de novembro, como informou o CPJ na época.
“As autoridades egípcias claramente não aprenderam nada após os protestos internacionais sobre suas recentes detenções de jornalistas e estão determinadas a continuar com uma estratégia perdida”, disse o pesquisador sênior do CPJ no Oriente Médio e Norte da África, Justin Shilad.
Pelo menos oito jornalistas foram detidos desde o início dos protestos no Egito, em setembro, segundo o CPJ.
Crédito:AFP/Mohamed El-Shahed Sallam é uma repórter freelancer e fez matérias para agências internacionais como a BBC e Deutsche Welle. El-Sayyad é marido de Sallam e fotógrafo freelancer. Já Salah é blogueiro.
As prisões ocorreram depois que as autoridades detiveram brevemente quatro jornalistas de Mada Masr e invadiram o escritório da emissora.
O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) pede que as autoridades liberem imediatamente os jornalistas e arquivem qualquer acusação contra eles.
As prisões ocorrem depois que as autoridades egípcias detiveram brevemente quatro jornalistas de Mada Masr e invadiram o escritório da emissora em 24 de novembro, como informou o CPJ na época.
“As autoridades egípcias claramente não aprenderam nada após os protestos internacionais sobre suas recentes detenções de jornalistas e estão determinadas a continuar com uma estratégia perdida”, disse o pesquisador sênior do CPJ no Oriente Médio e Norte da África, Justin Shilad.
Pelo menos oito jornalistas foram detidos desde o início dos protestos no Egito, em setembro, segundo o CPJ.





