Mais de 60 jornalistas de 13 países acompanham o julgamento do impeachment
Um balanço feito pela assessoria de imprensa do Senado no último sábado (27/8) indicou que sessenta e dois profissionais de imprensa de 13 países foram credenciados para cobrir o julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.
Atualizado em 29/08/2016 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalistas acompanham o julgamento final do impeachment de Dilma
De acordo com o G1, o levantamento não inclui veículos internacionais que já cobrem diariamente o Congresso. Há, pelo menos, 12 canais de TV, seis jornais impressos, cinco agências de notícias, três emissoras de rádio e uma revista.
Repórteres da Alemanha, Argentina, China, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Japão, Portugal, Catar, Reino Unido, Turquia e Venezuela se concentram num dos auditórios reservado pelo Senado. O local possui telefones, internet, água, e um telão que reproduz a sessão de julgamento.
Pronunciamento
Durante seu pronunciamento no plenário do Senado Federal nesta segunda-feira (29/8), a presidente afastada Dilma Rousseff criticou o que chamou de "setores da grande mídia" ao falar do seu processo de impeachment.
De acordo com O Estado de S. Paulo , Dilma questionou a cobertura da imprensa enquanto também criticava o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Trata-se de ação deliberada que conta com o silêncio cúmplice de setores da grande mídia", declarou
"Todos sabem que este processo de impeachment foi aberto por uma 'chantagem explícita' do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, como chegou a reconhecer em declarações à imprensa um dos próprios denunciantes", acrescentou.
O discurso de defesa diante de senadores na manhã desta segunda-feira (29/8) foi o primeiro de Dilma no Congresso desde que Cunha deu início ao processo de impeachment, em dezembro do ano passado.





