Máfia do Apito: quanto vale a pauta?
Máfia do Apito: quanto vale a pauta?
Atualizado em 30/09/2005 às 16:09, por
Maurício Reimberg e da redação.
Por
O árbitro Edilson Pereira de Carvalho colocou em leilão sua primeira entrevista exclusiva. O valor do lance inicial - R$ 15 mil - é uma vez e meia o que ele confessou cobrar para arranjar resultados de partidas de futebol. O intermédio da negociação foi feito por Daniel de Oliveira, amigo do árbitro, ao ser abordado pela equipe da TV Vanguarda, afiliada da Globo na região de Jacareí. A resposta veio acompanhada de uma cifra: segundo Oliveira, a Record teria feito proposta de R$ 15 mil pela reportagem.
A Record nega a proposta, mas confirmou que Carvalho foi procurado pela produção do programa "Domingo Espetacular". A afiliada da Rede Globo na região descartou a hipótese. Segundo a Folha Online, Marcelo Jacob, advogado do juiz, afirmou estar ciente da tentativa de negociação. "Já fui informado de que isso aconteceu, mas até o momento não sei de nenhum outro detalhe", declarou, no fim da tarde.
Máfia do Apito
A "Máfia do Apito" é o resultado de uma investigação de seis meses iniciada pela editora Thaís Oyama e pelo repórter André Rizek, ambos da revista Veja, com o auxílio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo) e da Polícia Federal. O grupo, formado por árbitros e empresários, fraudava resultados visando lucro fácil em sites de apostas ilegais.

O árbitro Edilson Pereira de Carvalho colocou em leilão sua primeira entrevista exclusiva. O valor do lance inicial - R$ 15 mil - é uma vez e meia o que ele confessou cobrar para arranjar resultados de partidas de futebol. O intermédio da negociação foi feito por Daniel de Oliveira, amigo do árbitro, ao ser abordado pela equipe da TV Vanguarda, afiliada da Globo na região de Jacareí. A resposta veio acompanhada de uma cifra: segundo Oliveira, a Record teria feito proposta de R$ 15 mil pela reportagem.
A Record nega a proposta, mas confirmou que Carvalho foi procurado pela produção do programa "Domingo Espetacular". A afiliada da Rede Globo na região descartou a hipótese. Segundo a Folha Online, Marcelo Jacob, advogado do juiz, afirmou estar ciente da tentativa de negociação. "Já fui informado de que isso aconteceu, mas até o momento não sei de nenhum outro detalhe", declarou, no fim da tarde.
Máfia do Apito
A "Máfia do Apito" é o resultado de uma investigação de seis meses iniciada pela editora Thaís Oyama e pelo repórter André Rizek, ambos da revista Veja, com o auxílio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo) e da Polícia Federal. O grupo, formado por árbitros e empresários, fraudava resultados visando lucro fácil em sites de apostas ilegais.






