Mãe de Julian Assange pede ajuda a governo australiano após decisão de extradição

Christine Assange, mãe do ativista e co-fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pede às autoridades australianas para interceder por seu filho, que será extraditado para a Suécia, segundo decisão da Alta Corte de Londres, na última quarta-feira (2).

Atualizado em 03/11/2011 às 09:11, por Redação Portal IMPRENSA.


O líder da organização responsável pelo vazamento de mais de 250 mil telegramas sigilosos da diplomacia mundial enfrentará o Tribunal por acusações de agressão sexual e estupro. Ele está sob prisão domiciliar na Inglaterra, desde dezembro de 2010.
De acordo com Christine, o governo australiano deve ouvir conselhos de advogados e especialistas sobre o caso, para garantir os direitos humanitários a Julian. "O que quero é que o governo australiano aja com base nas recomendações de seus próprios advogados e diplomatas, e que exija que Suécia e Reino Unido deem, por escrito, garantias humanitárias assegurando que Julian não será extraditado aos Estados Unidos".
O ativista nega as acusações de agressão e afirma que elas têm motivação política. Assange teme ser extraditado para os EUA, país que mais foi prejudicado pela publicação dos documentos do WikiLeaks.
A transferência para a Suécia pode ser realizada dentro de 10 dias. O australiano tem 14 dias para apelar da decisão, o que levará o caso até o Supremo Tribunal.


Com informações da , AFP e


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