Maduro contrata agência dos EUA para melhorar imagem do governo
O presidente venezuelano Nicolás Maduro decidiu recorrer aos serviços de um escritório de relações públicas na tentativa de melhorar a imagem de seu governo.
Atualizado em 26/11/2015 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
aos serviços de um escritório de relações públicas na tentativa de melhorar a imagem de seu governo. A agência contrata foi a FitzGibbon Media, com sede em Washington (EUA), e que se classifica como especializada em clientes "progressistas".
Crédito:Divulgação Maduro tenta melhorar imagem com ajuda de agência de relações públicas
De acordo com a Veja , nas últimas semanas, a agência fez uma série de convites para jornalistas, escritores e ativistas simpatizantes do regime chavista para atuar como observadores internacionais nas eleições da Venezuela, agendadas para 6 de dezembro.
A viagem será custeada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e é descrita como "uma oportunidade" para "os membros da comunidade internacional e de imprensa verem como o sistema eleitoral funciona. Um dos mais impenetráveis do planeta, segundo o Centro Carter".
Ainda segundo a Veja , que obteve acesso a documentos oficiais, foram listados 102 nomes como "observadores nacionais". Entre eles, há dois brasileiros. Um dos nomes é o do jornalista Carlos Alberto de Almeida, servidor aposentado do Senado e representante no Brasil da emissora estatal Telesur. O outro é o diplomata Samuel Pinheiro Guimarães Neto, que atuou como ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, durante no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Crédito:Divulgação Maduro tenta melhorar imagem com ajuda de agência de relações públicas
De acordo com a Veja , nas últimas semanas, a agência fez uma série de convites para jornalistas, escritores e ativistas simpatizantes do regime chavista para atuar como observadores internacionais nas eleições da Venezuela, agendadas para 6 de dezembro.
A viagem será custeada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e é descrita como "uma oportunidade" para "os membros da comunidade internacional e de imprensa verem como o sistema eleitoral funciona. Um dos mais impenetráveis do planeta, segundo o Centro Carter".
Ainda segundo a Veja , que obteve acesso a documentos oficiais, foram listados 102 nomes como "observadores nacionais". Entre eles, há dois brasileiros. Um dos nomes é o do jornalista Carlos Alberto de Almeida, servidor aposentado do Senado e representante no Brasil da emissora estatal Telesur. O outro é o diplomata Samuel Pinheiro Guimarães Neto, que atuou como ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, durante no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).





