Maduro adverte imprensa venezuelana e ameaça com regulação da mídia
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pronunciou que “chegará a hora” dos meios de comunicação da Venezuela. As declarações surgiram navéspera do lançamento de um plano para diminuir a criminalidade, em que, segundo ele, a imprensa trabalha contra o sucesso das iniciativas.
Atualizado em 10/02/2014 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Para o governo venezuelano, os conteúdos transmitidos pela mídia são o principal fator para a violência no país.
Crédito:Agência Brasil Presidente diz que mídia boicota plano para reduzir violência no País
Segundo El País Brasil , Maduro acusou os jornais El Nacional e El Universal e o grupo de comunicação Bloque De Armas de apostarem no fracasso das iniciativas. O presidente ainda alertou para medidas para impedir a ‘tentativa de boicote’ às suas políticas. “Vão me chamar de ditador, mas vamos endurecer as normas para que se acabe com a imprensa marrom e a propaganda que se alimenta do sangue e da morte”.
O alerta dado pelo presidente sugere uma regulação dos meios de comunicação em seus conteúdos, o que genericamente é chamado de plano de pacificação. A medida será conhecida no próximo dia 14 de fevereiro.
Os meios de comunicação na Venezuela têm sofrido com a escassez de papel e, pelo menos dez jornais, já deixaram de circular. Além da ameaça a imprensa, o presidente também ameaçou os empresários. “Vai chegar a hora dos chefes que estão por trás da sabotagem à economia”.
Crédito:Agência Brasil Presidente diz que mídia boicota plano para reduzir violência no País
Segundo El País Brasil , Maduro acusou os jornais El Nacional e El Universal e o grupo de comunicação Bloque De Armas de apostarem no fracasso das iniciativas. O presidente ainda alertou para medidas para impedir a ‘tentativa de boicote’ às suas políticas. “Vão me chamar de ditador, mas vamos endurecer as normas para que se acabe com a imprensa marrom e a propaganda que se alimenta do sangue e da morte”.
O alerta dado pelo presidente sugere uma regulação dos meios de comunicação em seus conteúdos, o que genericamente é chamado de plano de pacificação. A medida será conhecida no próximo dia 14 de fevereiro.
Os meios de comunicação na Venezuela têm sofrido com a escassez de papel e, pelo menos dez jornais, já deixaram de circular. Além da ameaça a imprensa, o presidente também ameaçou os empresários. “Vai chegar a hora dos chefes que estão por trás da sabotagem à economia”.





