Lula rebate reportagem da "Época" sobre denúncias de tráfico de influência
Em nota divulgada na última segunda-feira (4/5), o Instituto Lula contestou a reportagem publicada na última edição da revista&nbs
Atualizado em 05/05/2015 às 12:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em divulgada na última segunda-feira (4/5), o Instituto Lula contestou a reportagem publicada na última edição da revista Época e negou que o ex-presidente atue como lobista ou seja alvo de investigação por tráfico de influência, como informa o texto.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Ex-presidente negou acusações da revista
De acordo com a matéria, o Ministério Público Federal abriu investigação para apurar a participação do petista em negócios fechados por empreiteiras brasileiras, como a Odebrecht, com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e social (BNDES) em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba. Os contratos somariam US$ 4,1 bilhões.
O Instituto Lula já havia na última sexta-feira (1/5), que o ex-presidente havia sido procurado pela reportagem três horas antes do prazo para fechar a matéria. As questões enviadas foram respondidas, mas não apareceram na internet.
No mesmo dia, em nota assinada pelo editor-chefe, Diego Escosteguy, a revista reafirmou o que está escrito na matéria “Lula, o operador”, como sendo verídico. Na última segunda (4/5), o Instituto voltou a criticar a publicação e contestou sete pontos da reportagem. Entre eles, a existência de uma investigação contra Lula em Brasília (DF).
Segundo a ONG, foi instaurado um “procedimento preliminar” decorrente da representação de um único procurador, que poderá ou não resultar em abertura de inquérito pelo Núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República do DF. “Isso não é um detalhe, e para quem preza a correção dos fatos”, critica.
“A revista criminaliza e partidariza a questão do financiamento pelo BNDES de empresas brasileiras na exportação de serviços. É importante notar que esse financiamento começou antes de 2003, ou seja, antes do governo do ex-presidente Lula”, reforça o texto.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Ex-presidente negou acusações da revista
De acordo com a matéria, o Ministério Público Federal abriu investigação para apurar a participação do petista em negócios fechados por empreiteiras brasileiras, como a Odebrecht, com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e social (BNDES) em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba. Os contratos somariam US$ 4,1 bilhões.
O Instituto Lula já havia na última sexta-feira (1/5), que o ex-presidente havia sido procurado pela reportagem três horas antes do prazo para fechar a matéria. As questões enviadas foram respondidas, mas não apareceram na internet.
No mesmo dia, em nota assinada pelo editor-chefe, Diego Escosteguy, a revista reafirmou o que está escrito na matéria “Lula, o operador”, como sendo verídico. Na última segunda (4/5), o Instituto voltou a criticar a publicação e contestou sete pontos da reportagem. Entre eles, a existência de uma investigação contra Lula em Brasília (DF).
Segundo a ONG, foi instaurado um “procedimento preliminar” decorrente da representação de um único procurador, que poderá ou não resultar em abertura de inquérito pelo Núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República do DF. “Isso não é um detalhe, e para quem preza a correção dos fatos”, critica.
“A revista criminaliza e partidariza a questão do financiamento pelo BNDES de empresas brasileiras na exportação de serviços. É importante notar que esse financiamento começou antes de 2003, ou seja, antes do governo do ex-presidente Lula”, reforça o texto.





