Lula afirma que mídia precisa aprender a ser criticada e defende marco regulatório
Lula afirma que mídia precisa aprender a ser criticada e defende marco regulatório
Atualizado em 28/12/2010 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro da Secretaria da Comunicação Social, Franklin Martins, mostrou-se magoado em relação à cobertura da imprensa de seu governo e reiterou seu apoio ao projeto do marco regulatório durante um evento com jornalistas, na última segunda-feira (27).
Sobre a proposta de regulação dos meios, Lula afirmou que não defende o "controle da mídia, mas a responsabilidade". "A mídia tem de parar de achar que não pode ser criticada", observou.
Ainda sobre o marco, Lula pontuou que ao tratar do tema o expõe a um debate, o que necessariamente não quer dizer que ele seja favorável a nenhum setor.
"Espero que seja feito um debate. Quando você promete um debate, não está apoiando o que diz a extrema direita nem o que diz a extrema esquerda, mas um consenso", afirmou.
Apesar de se queixar da imprensa, Lula afirmou que irá sentir falta dos jornalistas. "Por incrível que pareça vou sentir falta de vocês. Não é sentir falta, é saudade", brincou.
Mais tarde, em uma reunião com o CNPq, quando perguntado como gostaria de ser lembrado pela imprensa, Lula comentou "que dependia do jornal que ele lesse, da televisão que assistisse. Não pode ser uma coisa vesga..." E, voltando-se para o ministro Paulo Bernardo, ironizou: "Esses dias li uma matéria em que a grande derrotada nas eleições foi a Dilma e os vitoriosos foram o Serra e a Marina".
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Sobre a proposta de regulação dos meios, Lula afirmou que não defende o "controle da mídia, mas a responsabilidade". "A mídia tem de parar de achar que não pode ser criticada", observou.
Ainda sobre o marco, Lula pontuou que ao tratar do tema o expõe a um debate, o que necessariamente não quer dizer que ele seja favorável a nenhum setor.
"Espero que seja feito um debate. Quando você promete um debate, não está apoiando o que diz a extrema direita nem o que diz a extrema esquerda, mas um consenso", afirmou.
Apesar de se queixar da imprensa, Lula afirmou que irá sentir falta dos jornalistas. "Por incrível que pareça vou sentir falta de vocês. Não é sentir falta, é saudade", brincou.
Mais tarde, em uma reunião com o CNPq, quando perguntado como gostaria de ser lembrado pela imprensa, Lula comentou "que dependia do jornal que ele lesse, da televisão que assistisse. Não pode ser uma coisa vesga..." E, voltando-se para o ministro Paulo Bernardo, ironizou: "Esses dias li uma matéria em que a grande derrotada nas eleições foi a Dilma e os vitoriosos foram o Serra e a Marina".
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