Lúcio de Castro, da ESPN Brasil, comenta conquista do Prêmio Gabriel García Márquez
Na última quarta-feira (20/11), a cerimônia de entrega da primeira edição do Prêmio Gabriel García Márquez reconheceu o jornalista Lúcio de
Atualizado em 22/11/2013 às 16:11, por
Edson Caldas*.
Castro, da ESPN Brasil, na categoria Cobertura Noticiosa, por sua investigação sobre a relação entre o futebol e as ditaduras militares do fim do século XX na América Latina.
Crédito:Arquivo pessoal Castro comemorou a conquista como se fosse campeão do mundo no futebol
À IMPRENSA, o profissional falou sobre a vitória que, segundo ele, foi “como ser campeão do mundo para um jogador de futebol”. O prêmio — mais importante do mundo ibero-americano — conta com um corpo de jurados que inclui nomes como Héctor Abad Faciolince (Colômbia), Martín Caparrós (Argentina), Jean-François Fogel (França), Sergio Ramírez (Nicarágua), entre outros.
Castro diz que a premiação marca uma carreira, traz olhares de todas as partes do mundo para sua história. “E uma das coisas incríveis que aconteceram foi isso: logo depois do resultado, gente do mundo inteiro se interessou pela série, quis saber como se faz para ver, fazer entrevista”, relata. “A visibilidade de uma reportagem aumenta demais, e não há nada que um autor possa querer de melhor.”
O jornalista ainda ressaltou o nível das demais reportagens que concorriam ao prêmio. “Matérias do mundo inteiro, histórias de guerra, de países fortes como os Estados Unidos ou Espanha. E nosso Memórias do Chumbo levou”, comemora.
“Tem uma coletiva no dia seguinte ao prêmio e ficou lotada, tamanho era o interesse pela reportagem”, conta Castro. De acordo com ele, os jornalistas queriam entender como uma reportagem veiculada em um canal de esporte venceu outras com perfil “teoricamente mais adequado para uma disputa dessas”. “Ao ouvir as explicações e ver trechos, vinham cumprimentar.”
“Para finalizar, ganhar um prêmio, eu e a equipe que fez comigo, que leva o nome e tem participação direta do Gabriel García Márquez, é algo como ser campeão do mundo para um jogador de futebol.”
Além do profissional brasileiro, jornalistas do México, Peru e Colômbia também foram homenageados. O evento foi promovido Fundação para o Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI), na cidade colombiana de Medellín.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves
Crédito:Arquivo pessoal Castro comemorou a conquista como se fosse campeão do mundo no futebol
À IMPRENSA, o profissional falou sobre a vitória que, segundo ele, foi “como ser campeão do mundo para um jogador de futebol”. O prêmio — mais importante do mundo ibero-americano — conta com um corpo de jurados que inclui nomes como Héctor Abad Faciolince (Colômbia), Martín Caparrós (Argentina), Jean-François Fogel (França), Sergio Ramírez (Nicarágua), entre outros.
Castro diz que a premiação marca uma carreira, traz olhares de todas as partes do mundo para sua história. “E uma das coisas incríveis que aconteceram foi isso: logo depois do resultado, gente do mundo inteiro se interessou pela série, quis saber como se faz para ver, fazer entrevista”, relata. “A visibilidade de uma reportagem aumenta demais, e não há nada que um autor possa querer de melhor.”
O jornalista ainda ressaltou o nível das demais reportagens que concorriam ao prêmio. “Matérias do mundo inteiro, histórias de guerra, de países fortes como os Estados Unidos ou Espanha. E nosso Memórias do Chumbo levou”, comemora.
“Tem uma coletiva no dia seguinte ao prêmio e ficou lotada, tamanho era o interesse pela reportagem”, conta Castro. De acordo com ele, os jornalistas queriam entender como uma reportagem veiculada em um canal de esporte venceu outras com perfil “teoricamente mais adequado para uma disputa dessas”. “Ao ouvir as explicações e ver trechos, vinham cumprimentar.”
“Para finalizar, ganhar um prêmio, eu e a equipe que fez comigo, que leva o nome e tem participação direta do Gabriel García Márquez, é algo como ser campeão do mundo para um jogador de futebol.”
Além do profissional brasileiro, jornalistas do México, Peru e Colômbia também foram homenageados. O evento foi promovido Fundação para o Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI), na cidade colombiana de Medellín.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves





