Livro retrata a cobertura da imprensa sobre abolição da escravatura
Escrito pelo jornalista e historiador Juremir Machado da Silva, o livro "Raízes do Conservadorismo Brasileiro", da Editora Civiliz
Atualizado em 07/12/2017 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Escrito pelo jornalista e historiador Juremir Machado da Silva, o livro "Raízes do Conservadorismo Brasileiro", da Editora Civilização Brasileira, analisa como os jornais brasileiros noticiaram a abolição da escravatura no dia seguinte à promulgação da lei Áurea e os reflexos dessa cobertura sobre o pensamento conservador no Brasil de hoje. Crédito:Divulgação Silva se baseou em arquivos da época e, além de resgatar a reação da imprensa, também analisou os discursos dos políticos, empresários e de jornalistas antes e depois da lei, que não previa políticas de acolhimento e inclusão da população negra na sociedade.
A pesquisa teve duração de mais de cinco anos e revela como os posicionamentos e estratégias dos atores sociais do período se assemelham ao conservadorismo da sociedade brasileira atual.
O autor destaca ainda, o papel de abolicionistas menos conhecidos e reforça a importância de intelectuais abolicionistas como José do Patrocínio, Joaquim Nabuco e Rui Barbosa. Silva também aponta os principais desafios enfrentados pelo movimento abolicionista. Repressão policial, preocupações econômicas, pedidos de indenização por proprietários rurais e a disseminação de preconceitos contra os negros estão entre eles.
Juremir Machado da Silva é graduado em história e em jornalismo pela PUC-RS, tem mestrado em antropologia pela UFRGS e doutorado em sociologia pela Université Paris V - Sorbonne. Publicou mais de 30 livros como "Solo", "Jango", "A Orquídea e o Serial Killer", "Getúlio", "História Regional da Infâmia", "Para Homens na Crise dos 40", entre outros.
A obra está disponível na Livraria da Folha.
Saiba mais:
A pesquisa teve duração de mais de cinco anos e revela como os posicionamentos e estratégias dos atores sociais do período se assemelham ao conservadorismo da sociedade brasileira atual.
O autor destaca ainda, o papel de abolicionistas menos conhecidos e reforça a importância de intelectuais abolicionistas como José do Patrocínio, Joaquim Nabuco e Rui Barbosa. Silva também aponta os principais desafios enfrentados pelo movimento abolicionista. Repressão policial, preocupações econômicas, pedidos de indenização por proprietários rurais e a disseminação de preconceitos contra os negros estão entre eles.
Juremir Machado da Silva é graduado em história e em jornalismo pela PUC-RS, tem mestrado em antropologia pela UFRGS e doutorado em sociologia pela Université Paris V - Sorbonne. Publicou mais de 30 livros como "Solo", "Jango", "A Orquídea e o Serial Killer", "Getúlio", "História Regional da Infâmia", "Para Homens na Crise dos 40", entre outros.
A obra está disponível na Livraria da Folha.
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