Livrarias britânicas cobram atitude do governo quanto a "concorrência desleal" da Amazon
Após o governo francês criticar duramente as práticas comerciais da gigante Amazon e declarar seu apoio as livrarias independentes, livrarias do Reino Unido cobraram a mesma postura de seu governo contra a "concorrência desleal" da multinacional americana.
Atualizado em 07/06/2013 às 16:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
duramente as práticas comerciais da gigante Amazon e declarar seu apoio às livrarias independentes, livrarias do Reino Unido cobraram a mesma postura de seu governo contra a "concorrência desleal" da multinacional americana.
Segundo O Globo , o presidente da Associação de Vendedores de Livros britânica (Bookseller Association), Tim Godfray, considera a Amazon "a principal ameaça para o nosso negócio".
"As comunidades locais precisam de livrarias e outros tipos de estabelecimentos que vendam livros, porque são eles que promovem a cultura e a alfabetização, especialmente no contexto atual de crise que provocou o fechamento de tantas bibliotecas públicas", diz Sydney Davis, responsável pela associação.
Davis diz que a diferença da chamada "exceção francesa" é o esforço para "proteger uma cultura e uma língua, enquanto aqui nos concentramos nas leis do mercado", e é impensável que o governo de Londres vá contemplar um projeto de ajuda ao setor de nove milhões de euros. No entanto, ele afirma que é necessário cobrar do primeiro-ministro David Cameron uma ação firme contra os abusos por parte de empresas como a Amazon no momento de pagar seus impostos.
Segundo O Globo , o presidente da Associação de Vendedores de Livros britânica (Bookseller Association), Tim Godfray, considera a Amazon "a principal ameaça para o nosso negócio".
"As comunidades locais precisam de livrarias e outros tipos de estabelecimentos que vendam livros, porque são eles que promovem a cultura e a alfabetização, especialmente no contexto atual de crise que provocou o fechamento de tantas bibliotecas públicas", diz Sydney Davis, responsável pela associação.
Davis diz que a diferença da chamada "exceção francesa" é o esforço para "proteger uma cultura e uma língua, enquanto aqui nos concentramos nas leis do mercado", e é impensável que o governo de Londres vá contemplar um projeto de ajuda ao setor de nove milhões de euros. No entanto, ele afirma que é necessário cobrar do primeiro-ministro David Cameron uma ação firme contra os abusos por parte de empresas como a Amazon no momento de pagar seus impostos.





