LinkedIn se adapta a leis de censura da China e lança versão em mandarim
A rede social que conecta perfis profissionais no mundo todo, o LinkedIn, começa a operar com mais força na China a partir desta semana, ao lançar sua versão em mandarim.
Atualizado em 25/02/2014 às 19:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
De acordo com a AFP, a nova versão em mandarim da rede não deve permitir a criação de grupos de discussão, ao contrário da versão em inglês. O motivo são as severas leis sobre o conteúdo da internet na China. Facebook e Twitter, por não se adaptarem, por exemplo, estão bloqueados no País há anos.
"O LinkedIn apoia decididamente a liberdade de expressão e desaprova fundamentalmente qualquer censura governamental. Ao mesmo tempo, nós acreditamos que a ausência total do LinkedIn na China privaria os profissionais chineses de um meio de conexão com nossos outros membros em nossa plataforma mundial", disse o grupo em comunicado.
Ao mesmo tempo, o LinkedIn prometeu que aplicará "a transparência sobre a forma como conduz suas atividades na China". A empresa afirma ter quatro milhões de usuários no país, onde o acesso à sua plataforma em inglês é possível há mais de uma década.





