Liminar de juiz de MG veta, em todo o País, aplicativo que avalia mulheres
A 15ª Vara Criminal de Belo Horizonte (MG) divulgou, na tarde da última quarta-feira (4/12), uma liminar que proíbe a disponibilização do aplicativo "Tubby" em todo o Brasil.
Atualizado em 05/12/2013 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Grupos que defendem os direitos das mulheres entraram com a ação pela Lei Maria da Penha, alegando que a ferramenta promovia a violência.
Crédito:Reprodução Ativistas usaram lei Maria da Penha para vetar aplicativo no Brasil
Segundo o G1, a decisão anunciada pelo juiz Rinaldo Kennedy Silva, titular da Vara Especializada de Crimes Contra a Mulher da capital mineira, acatou o pedido da medida cautelar feito na última terça (3/12) pelos coletivos Frente de Mulheres das Brigadas Populares de Minas Gerais, Margarida Alves, Movimento Graal no Brasil; Marcha Mundial das Mulheres, Movimento Mulheres em Luta; Marcha das Vadias e Coletivo Mineiro Popular Anarquista (Compa).
O juiz disse haver “plausibilidade jurídica na tese exposta” pelo coletivo, ”uma vez que a requerente pretende a defesa dos interesses difusos das mulheres”. Na decisão, ele proibiu o Facebook, a equipe do próprio “Tubby” e as lojas de aplicativos do Google e da Apple de permitir a ferramenta, sob a pena de multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento.
O “Tubby” é um aplicativo criado para homens avaliarem o comportamento e o desempenho sexual de mulheres, desenvolvido, segundo seus criadores, em retaliação ao aplicativo“Lulu”, que tem o mesmo propósito, mas é direcionado às mulheres.
A ferramenta seria lançada na quarta (4/12), mas foi adiada para a próxima sexta (6/12). Segundo a equipe, os motivos foram problemas nos servidores, em razão dos altos números de acessos, e um esforço para legalizá-la.
Crédito:Reprodução Ativistas usaram lei Maria da Penha para vetar aplicativo no Brasil
Segundo o G1, a decisão anunciada pelo juiz Rinaldo Kennedy Silva, titular da Vara Especializada de Crimes Contra a Mulher da capital mineira, acatou o pedido da medida cautelar feito na última terça (3/12) pelos coletivos Frente de Mulheres das Brigadas Populares de Minas Gerais, Margarida Alves, Movimento Graal no Brasil; Marcha Mundial das Mulheres, Movimento Mulheres em Luta; Marcha das Vadias e Coletivo Mineiro Popular Anarquista (Compa).
O juiz disse haver “plausibilidade jurídica na tese exposta” pelo coletivo, ”uma vez que a requerente pretende a defesa dos interesses difusos das mulheres”. Na decisão, ele proibiu o Facebook, a equipe do próprio “Tubby” e as lojas de aplicativos do Google e da Apple de permitir a ferramenta, sob a pena de multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento.
O “Tubby” é um aplicativo criado para homens avaliarem o comportamento e o desempenho sexual de mulheres, desenvolvido, segundo seus criadores, em retaliação ao aplicativo“Lulu”, que tem o mesmo propósito, mas é direcionado às mulheres.
A ferramenta seria lançada na quarta (4/12), mas foi adiada para a próxima sexta (6/12). Segundo a equipe, os motivos foram problemas nos servidores, em razão dos altos números de acessos, e um esforço para legalizá-la.





