Líder militar da Tailândia diz que provavelmente executaria jornalistas contrários ao governo
Na última quarta-feira (25/03), o líder da junta que governa a Tailândia, Prayuth Chan-ocha, disse que "provavelmente executaria&q
Atualizado em 28/03/2015 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quarta-feira (25/03), o líder da junta que governa a Tailândia, Prayuth Chan-ocha, disse que "provavelmente executaria" jornalistas que aderissem à linha do governo. Em fevereiro, ele havia dito ter poder para fechar meios de comunicação.
Crédito:Divulgação General falou em tom sério, segundo Reuters De acordo com a Reuters, ao ser questionado com o governo lidaria com jornalistas que não seguissem a linha do governo, ele respondeu que "provavelmente os executaríamos". "Vocês não precisam apoiar o governo, mas têm que informar a verdade", afirmou.
Em seguida, ainda com tom sério, ele pediu que os jornalistas escrevessem de forma a estimular a reconciliação nacional.
Prayuth lidera o Conselho Nacional para a Paz e a Ordem que depôs o governo da primeira-ministra Yingluck Shinawatra em maio de 2014. Na época, foi aplicada a lei marcial no país, dando ao Exército controle total sobre os cidadãos.
Crédito:Divulgação General falou em tom sério, segundo Reuters De acordo com a Reuters, ao ser questionado com o governo lidaria com jornalistas que não seguissem a linha do governo, ele respondeu que "provavelmente os executaríamos". "Vocês não precisam apoiar o governo, mas têm que informar a verdade", afirmou.
Em seguida, ainda com tom sério, ele pediu que os jornalistas escrevessem de forma a estimular a reconciliação nacional.
Prayuth lidera o Conselho Nacional para a Paz e a Ordem que depôs o governo da primeira-ministra Yingluck Shinawatra em maio de 2014. Na época, foi aplicada a lei marcial no país, dando ao Exército controle total sobre os cidadãos.





