Líder de torcida organizada preso no DF volta à Argentina e agride jornalistas
Pablo Álvarez, mais conhecido como Bebote, retornou a seu país, depois de ser deportado pelo governo brasileiro.
Atualizado em 07/07/2014 às 11:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após driblar as autoridades brasileiras e assistir três partidas da seleção argentina na Copa do Mundo no Brasil, o líder barra-brava Pablo Álvarez, mais conhecido como Bebote, retornou ao seu país depois de ser deportado pelo governo brasileiro.
Crédito:Reprodução Barra-brava agrediu jornalistas na chegada à Argentina
De acordo com o Nuevo Diario , Álvarez chegou bêbado ao Aeroporto Internacional de Ezeia, em Buenos Aires, e agrediu vários jornalistas que tentavam filmá-lo. Ele usava uma máscara do Brasil e uma camisa do Flamengo.
Os "barra-bravas" são grupos de torcedores de times argentinos associados a episódios de violência nos estádios. Álvarez não podia entrar no Brasil para assistir a jogos da Copa do Mundo porque o nome dele consta de uma lista enviada pelo governo argentino de torcedores considerados "perigosos".
Bebote chegou a debochar das autoridades em sua no Facebook ao dizer: "Bebote 2x0 Polícia Federal", referindo-se às duas partidas que conseguiu assistir no estádio, contra Nigéria e Suíça. Depois, entrou contra a Bélgica no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (DF), mas foi preso.
Crédito:Reprodução Barra-brava agrediu jornalistas na chegada à Argentina
De acordo com o Nuevo Diario , Álvarez chegou bêbado ao Aeroporto Internacional de Ezeia, em Buenos Aires, e agrediu vários jornalistas que tentavam filmá-lo. Ele usava uma máscara do Brasil e uma camisa do Flamengo.
Os "barra-bravas" são grupos de torcedores de times argentinos associados a episódios de violência nos estádios. Álvarez não podia entrar no Brasil para assistir a jogos da Copa do Mundo porque o nome dele consta de uma lista enviada pelo governo argentino de torcedores considerados "perigosos".
Bebote chegou a debochar das autoridades em sua no Facebook ao dizer: "Bebote 2x0 Polícia Federal", referindo-se às duas partidas que conseguiu assistir no estádio, contra Nigéria e Suíça. Depois, entrou contra a Bélgica no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (DF), mas foi preso.





