Líder de guerrilha paraguaia diz que mídia se porta como informante do governo
O líder da guerrilha paraguaia Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP) afirmou, em entrevista ao jornal La Nación, que os jornalistas do pa
Atualizado em 27/09/2011 às 17:09, por
Alessandra Ungria.
O líder da guerrilha paraguaia Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP) afirmou, em entrevista ao jornal La Nación , que os jornalistas do país se comportam como "militares brancos", atuando como informantes do governo. Alcides Oviedo Brítez cumpre prisão por sequestro e está proibido de conceder entrevistas, porém, o diário conseguiu conversar com ele, com uma gravadora escondida.
Brítez ressalta que, ao contrário do que seria colocado pela imprensa local, as forças armadas do Paraguai seriam, de fato, quem violenta e tortura pessoas pelo país. A mídia, de acordo com ele, trata os oficiais como "pobres anjinhos", o que seria contraditório dada suas atitudes.
Jornalistas paraguaios acreditam que a situação no país é preocupante, já que o grupo seria radical e realiza atos violentos como na semana passada, em que uma bomba foi armada pelo EPP e dois policiais foram alvejados por seus membros. Os profissionais buscam organizações internacionais para auxiliar em sua proteção contra o grupo. Com informações do .
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Brítez ressalta que, ao contrário do que seria colocado pela imprensa local, as forças armadas do Paraguai seriam, de fato, quem violenta e tortura pessoas pelo país. A mídia, de acordo com ele, trata os oficiais como "pobres anjinhos", o que seria contraditório dada suas atitudes.
Jornalistas paraguaios acreditam que a situação no país é preocupante, já que o grupo seria radical e realiza atos violentos como na semana passada, em que uma bomba foi armada pelo EPP e dois policiais foram alvejados por seus membros. Os profissionais buscam organizações internacionais para auxiliar em sua proteção contra o grupo. Com informações do .
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