Líder da Al-Qaeda que reivindicou atentado contra "Charlie Hebdo" morre no Iêmen
Anúncio da morte de Ansi foi feito em um vídeo exibido no Twitter pela Al-Qaeda
Atualizado em 08/05/2015 às 09:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O líder da Al-Qaeda, Nasser al Ansi, que havia reivindicado o atentado contra a revista francesa , morreu no ataque com um drone americano no Iêmen, informou na última quinta-feira (7/5) o centro de vigilância de portais islamitas SITE.
Crédito:Reprodução/SITE Nasser al Ansi reivindicou ataque à revista pela Al-Qaeda
Segundo a AFP, o anúncio da morte de Ansi foi feito em um vídeo exibido no Twitter pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA). O ataque ocorreu em 22 de abril e matou sete supostos membros do grupo terrorista, inclusive o filho caçula de Ansi.
Em vídeo divulgado em 14 de janeiro, o líder radical fala sobre o atentado contra a revista satírica que deixou 12 mortos, entre eles cinco cartunistas. Ansi também tinha afirmado que o presidente americano, Barack Obama, era o único responsável pela morte de dois reféns durante uma operação de resgate fracassada em dezembro no Iêmen.
Nascido na cidade de Taez, no Iêmen, Nasse al Ansi iniciou sua militância em 1995 em organizações jihadistas da Bósnia, para depois viajar ao Afeganistão e à Caxemira e treinar em campos da Al-Qaeda.
Crédito:Reprodução/SITE Nasser al Ansi reivindicou ataque à revista pela Al-Qaeda
Segundo a AFP, o anúncio da morte de Ansi foi feito em um vídeo exibido no Twitter pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA). O ataque ocorreu em 22 de abril e matou sete supostos membros do grupo terrorista, inclusive o filho caçula de Ansi.
Em vídeo divulgado em 14 de janeiro, o líder radical fala sobre o atentado contra a revista satírica que deixou 12 mortos, entre eles cinco cartunistas. Ansi também tinha afirmado que o presidente americano, Barack Obama, era o único responsável pela morte de dois reféns durante uma operação de resgate fracassada em dezembro no Iêmen.
Nascido na cidade de Taez, no Iêmen, Nasse al Ansi iniciou sua militância em 1995 em organizações jihadistas da Bósnia, para depois viajar ao Afeganistão e à Caxemira e treinar em campos da Al-Qaeda.





