Levantamento do CPJ aponta 29 mortes de jornalistas na Síria em 2013
Nesta segunda-feira (30/12), um levantamento publicado pelo Comitê Internacional para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) apontou que a Síria continua sendo o lugar mais perigoso para profissionais de imprensa.
Atualizado em 30/12/2013 às 17:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Apenas neste ano, 29 repórteres foram assassinados no país.
Segundo a Rádio Voz da Rússia, o relatório informa ainda que a guerra na Síria e a escalada dos conflitos no Iraque fizeram com que o Oriente Médio se transformasse em "zona de morte" para os profissionais da imprensa.
Dos quase 70 jornalistas que perderam a vida neste ano, dois terços foram no Oriente Médio. O Comitê estimulou os governos e os militares a respeitarem a condição dos profissionais, solicitando que sejam encontrados e levados à justiça todos que atacaram a imprensa.
A Síria vive uma guerra civil desde março de 2011, quando insurgentes iniciaram um levante contra o governo do presidente Bashar al-Assad. O conflito já provocou mais de 110 mil mortos, de acordo com as Nações Unidas.
Segundo a Rádio Voz da Rússia, o relatório informa ainda que a guerra na Síria e a escalada dos conflitos no Iraque fizeram com que o Oriente Médio se transformasse em "zona de morte" para os profissionais da imprensa.
Dos quase 70 jornalistas que perderam a vida neste ano, dois terços foram no Oriente Médio. O Comitê estimulou os governos e os militares a respeitarem a condição dos profissionais, solicitando que sejam encontrados e levados à justiça todos que atacaram a imprensa.
A Síria vive uma guerra civil desde março de 2011, quando insurgentes iniciaram um levante contra o governo do presidente Bashar al-Assad. O conflito já provocou mais de 110 mil mortos, de acordo com as Nações Unidas.





