Leitores têm preferência por jornal impresso em razão da abordagem profunda, diz estudo
Leitores têm preferência por jornal impresso em razão da abordagem profunda, diz estudo
O principal motivo pelo qual os leitores preferem os jornais impressos a outros meios de informação é a profundidade das reportagens apresentadas, segundo pesquisa realizada com consumidores de sete países. A visualização rápida do conteúdo e a facilidade de leitura são os outros dois motivos apontados para a escolha do diário.
No levantamento feito pela PricewaterhouseCoopers e pela Associação Mundial de Jornais, pouco mais de 25% das 4900 pessoas entrevistadas afiram preferir os jornais porque querem reportagens mais aprofundadas.
Ainda de acordo com a pesquisa, em condições iguais de acesso, os consumidores buscam os jornais como principal meio de informação, à frente de internet, jornais eletrônicos e telefones celulares. Em média, 69% preferem os jornais, 29% priorizam a Internet e apenas 2% escolhem jornais eletrônicos e celulares, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.
Lideranças em todas as faixas etárias
Mais de 70% das pessoas entre 50 e 64 anos têm preferência pelo jornal impresso. Na faixa dos 30 anos aos 49 anos o resultado não é muito diferente: 65% - número pouco superior ao registrado entre os consumidores que têm entre 16 e 29 anos.
O estudo aponta também que a escolha majoritária pelos jornais é praticamente igual em todos os países que participaram da pesquisa: Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França, Canadá, Holanda e Suíça.
Tempo gasto em leitura é quase o mesmo com a TV
São 33 minutos diários dedicados à consulta das notícias nos jornais impresso, ficando atrás apenas da televisão, cujos telespectadores assistem a notícias por 43 minutos.
Credibilidade
O levantamento mostrou que os jornais têm uma base de leitores forte e leal, reflexo de sua credibilidade acima da média dos outros meios. Sendo assim, os jornais têm a oportunidade de acompanharem e conduzirem os consumidores à medida que eles usam meios on-line.
"O relatório encontrou que os princípios básicos de análise aprofundada e editorial confiável se transportam bem para o on-line - a marca do jornal é mais importante do que o meio", conclui o estudo.
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