"Le Monde" acusa revista de espionar repórteres que denunciaram caso de corrupção
O jornal francês Le Monde informou na última quarta-feira (15/10) que pedirá a abertura de inquérito por espionagem, além de denúncia de difamação e injúria contra a revista conservadora Valeurs Actuelle .
Atualizado em 16/10/2014 às 10:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
informou na última quarta-feira (15/10) que pedirá a abertura de inquérito por espionagem, além de denúncia de difamação e injúria contra a revista conservadora Valeurs Actuelle .
Crédito:Reprodução/LeMonde Os jornalistas Gérard Davet e Fabrice Lhomme foram espionados por revista francesa
De acordo com a agência Ansa, a publicação divulgou no qual expõe detalhes da vida profissional dos jornalistas Gérard Davet e Fabrice Lhomme, do diário parisiense. Ambos produziram reportagens sobre suspeitas de corrupção associadas ao ex-presidente Nicolas Sarkozy.
"O Le Monde não se deixará intimidar e vai prosseguir o seu trabalho de investigação em todos os campos. Tendo em vista o artigo da Valeurs Actuelles , parece que os atos e ações dos nossos colaboradores foram vigiados e que eles foram perseguidos", ponderou o diretor do jornal Gilles van Kote, em editorial.
A Valeurs Actuelle afirma que os repórteres foram recebidos no começo de outubro pelas autoridades financeiras de Paris, até então inacessíveis à imprensa. A dupla trabalhou em uma matéria sobre um eventual caixa dois na campanha presidencial de Sarkozy, que comandou o país de 2007 a 2012.
Crédito:Reprodução/LeMonde Os jornalistas Gérard Davet e Fabrice Lhomme foram espionados por revista francesa
De acordo com a agência Ansa, a publicação divulgou no qual expõe detalhes da vida profissional dos jornalistas Gérard Davet e Fabrice Lhomme, do diário parisiense. Ambos produziram reportagens sobre suspeitas de corrupção associadas ao ex-presidente Nicolas Sarkozy.
"O Le Monde não se deixará intimidar e vai prosseguir o seu trabalho de investigação em todos os campos. Tendo em vista o artigo da Valeurs Actuelles , parece que os atos e ações dos nossos colaboradores foram vigiados e que eles foram perseguidos", ponderou o diretor do jornal Gilles van Kote, em editorial.
A Valeurs Actuelle afirma que os repórteres foram recebidos no começo de outubro pelas autoridades financeiras de Paris, até então inacessíveis à imprensa. A dupla trabalhou em uma matéria sobre um eventual caixa dois na campanha presidencial de Sarkozy, que comandou o país de 2007 a 2012.





