Larry Flynt pede revogação da pena de morte do responsável por deixá-lo paraplégico
Em carta publicada no site Hollywoodreporter.com, na última quinta-feira (17/10), o criador da revista Hustler, Larry Fl
Atualizado em 18/10/2013 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em carta publicada no site , na última quinta-feira (17/10), o criador da revista Hustler , Larry Flynt (71) pediu às autoridades do estado do Missouri que revoguem a ordem de execução do homem que o deixou paraplégico quando tinha 35 anos. A ação está marcada para 20 de novembro.
Crédito:Divulgação Para Flynt, morte do homem seria uma forma de vingança
De acordo com a AFP, partidário da supremacia branca, Joseph Paul Franklin foi condenado à morte em 1997, após confessar ter atirado em Flynt, em 1978, diante de um tribunal da Geórgia (sudeste dos EUA). Flynt respondia a uma acusação por obscenidade.
"Ele atirou em mim por causa de uma foto", disse o produtor, explicando que a imagem mostrava um negro tendo relações sexuais com uma branca.
"Na minha opinião, a única motivação, na qual a pena de morte se baseia, é a vingança, e não a justiça. E eu acredito, firmemente, que um governo que proíbe a morte entre seus cidadãos não deveria se dedicar a matar pessoas", acrescentou.
Franklin também foi condenado por efetuar disparos no estacionamento de uma sinagoga, provocando a morte de uma pessoa, além de ter ferido outras duas no Missouri. Também foi declarado culpado da morte de dois afro-americanos em Utah, de um casal inter-racial em Wisconsin e de um atentado contra uma sinagoga no Tennessee.
Crédito:Divulgação Para Flynt, morte do homem seria uma forma de vingança
De acordo com a AFP, partidário da supremacia branca, Joseph Paul Franklin foi condenado à morte em 1997, após confessar ter atirado em Flynt, em 1978, diante de um tribunal da Geórgia (sudeste dos EUA). Flynt respondia a uma acusação por obscenidade.
"Ele atirou em mim por causa de uma foto", disse o produtor, explicando que a imagem mostrava um negro tendo relações sexuais com uma branca.
"Na minha opinião, a única motivação, na qual a pena de morte se baseia, é a vingança, e não a justiça. E eu acredito, firmemente, que um governo que proíbe a morte entre seus cidadãos não deveria se dedicar a matar pessoas", acrescentou.
Franklin também foi condenado por efetuar disparos no estacionamento de uma sinagoga, provocando a morte de uma pessoa, além de ter ferido outras duas no Missouri. Também foi declarado culpado da morte de dois afro-americanos em Utah, de um casal inter-racial em Wisconsin e de um atentado contra uma sinagoga no Tennessee.





