Knight Center destaca a influência e o papel da mídia nos protestos no Brasil
Em análise publicada no site Knight Center, a qualidade da cobertura midiática nos protestos que aconteceram no Brasil em junho foi destaque
Atualizado em 08/07/2013 às 19:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
. O portal especializado falou sobre os gritos de “abaixo a Rede Globo" durante as manifestações e os profissionais das emissoras de televisão agredidos e hostilizados pelos manifestantes.
Segundo Pedro Ekman, do coletivo Intervozes, as manifestações deixaram clara a crise de representação da mídia brasileira em relação à população. "As pessoas iam para a rua e viam uma coisa, depois voltavam pra casa e viam outra na cobertura da imprensa. Começaram a perceber que a mídia tradicional manobrava suas posições de acordo com seus interesses, de forma mais ou menos velada", afirma.
Marcelo Beraba, diretor da sucursal no Rio de Janeiro do jornal O Estado de S. Paulo , não viu problema no fato de a imprensa ter mudado de ideia na cobertura. "Se em algum momento do início dessa mobilização havia uma observação negativa das manifestações, em função de desconhecimento, e depois se percebeu que aquilo tinha outra magnitude, é uma postura honesta", defende.
O Knight Center destacou também a expansão dos canais alternativos e destacou iniciativas como a da Pós TV, que fez streaming das manifestações in loco. A Mídia Ninja, que até antes dos protestos tinha 48 mil pessoas compartilhando conteúdos no Facebook e no dia 17 de junho chegou a 207 mil menções e compartilhamentos.
Segundo Pedro Ekman, do coletivo Intervozes, as manifestações deixaram clara a crise de representação da mídia brasileira em relação à população. "As pessoas iam para a rua e viam uma coisa, depois voltavam pra casa e viam outra na cobertura da imprensa. Começaram a perceber que a mídia tradicional manobrava suas posições de acordo com seus interesses, de forma mais ou menos velada", afirma.
Marcelo Beraba, diretor da sucursal no Rio de Janeiro do jornal O Estado de S. Paulo , não viu problema no fato de a imprensa ter mudado de ideia na cobertura. "Se em algum momento do início dessa mobilização havia uma observação negativa das manifestações, em função de desconhecimento, e depois se percebeu que aquilo tinha outra magnitude, é uma postura honesta", defende.
O Knight Center destacou também a expansão dos canais alternativos e destacou iniciativas como a da Pós TV, que fez streaming das manifestações in loco. A Mídia Ninja, que até antes dos protestos tinha 48 mil pessoas compartilhando conteúdos no Facebook e no dia 17 de junho chegou a 207 mil menções e compartilhamentos.





