Justiça peruana absolve jornalista acusado de difamar promotor
O profissional, que estava preso desde 19 de abril, foi solto após perícia técnica do governo.
Atualizado em 01/11/2011 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista peruano Paul Garay Ramírez foi absolvido da acusação de difamação por falta de provas. O profissional, que estava preso desde 19 de abril, foi solto após perícia técnica do governo confirmar que a voz gravada em um áudio, a qual seria dele, na realidade é irreconhecível.
No início do ano, Ramírez, que é diretor de um programa da emissora CanalVisión 47 e repórter da rádio La Exitosa, foi condenado por insultar um promotor de Justiça da região de Pucallpa. Como comprovação do ocorrido, foi apresentada uma fita que continha a gravação do jornalista xingando o promotor. Apesar de afirmar que não trabalhava na rádio na época em que foi veiculada a matéria e de que aquela voz não seria dele, o áudio serviu como justificativa para sua prisão.
Anteriormente, o jornalista foi condenado a 18 meses de reclusão e pagamento de R$ 12,5 mil à Justiça. Agora, o juiz decidiu eliminar seus antecedentes criminais e suspender a indenização. Especula-se que críticas feitas pelo profissional ao promotor e a um outro juiz, que arquivaram processos sobre corrupção sem a devida apuração, seriam um dos motivos pelos quais Ramírez foi condenado sem a devida perícia ou investigação.
Com informações da .
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No início do ano, Ramírez, que é diretor de um programa da emissora CanalVisión 47 e repórter da rádio La Exitosa, foi condenado por insultar um promotor de Justiça da região de Pucallpa. Como comprovação do ocorrido, foi apresentada uma fita que continha a gravação do jornalista xingando o promotor. Apesar de afirmar que não trabalhava na rádio na época em que foi veiculada a matéria e de que aquela voz não seria dele, o áudio serviu como justificativa para sua prisão.
Anteriormente, o jornalista foi condenado a 18 meses de reclusão e pagamento de R$ 12,5 mil à Justiça. Agora, o juiz decidiu eliminar seus antecedentes criminais e suspender a indenização. Especula-se que críticas feitas pelo profissional ao promotor e a um outro juiz, que arquivaram processos sobre corrupção sem a devida apuração, seriam um dos motivos pelos quais Ramírez foi condenado sem a devida perícia ou investigação.
Com informações da .
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