Justiça nega pedido de indenização do Atlético-PR contra jornalista que xingou clube
O Atlético-PR perdeu o processo que movia contra o jornalista Luis Carlos Quartarollo por danos morais. O time pedia indenização de R$ 25 mil por publicações no site da Rádio Jovem Pan e no blog pessoal do jornalista, após ele chamar os torcedores de "porcos" e dizer que a agremiação é "prepotente".
Atualizado em 23/02/2016 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
movia contra o jornalista Luis Carlos Quartarollo por danos morais. O time pedia indenização de R$ 25 mil por publicações no site da Rádio Jovem Pan e no blog pessoal do jornalista, após ele chamar os torcedores de "porcos" e dizer que a agremiação é "prepotente".
Crédito:Reprodução Jornalista ganhou ação movida pelo clube paranaense
De acordo com o portal UOL, a juíza Cristiane Amor Espin, da 23ª Vara Cível da Justiça de São Paulo, avaliou que o jornalista não cometeu irregularidade, pois apenas manifestou sua opinião. Além de inocentá-lo, ela condenou o clube a pagar os honorários advocatícios, no valor de R$ 5 mil
O processo foi iniciado em 2008, quando Quartarollo comentou sobre a conduta da torcida do Atlético durante um jogo no Morumbi. Na ocasião, alguns torcedores xingaram e cuspiram no então técnico do São Paulo, Muricy Ramalho.
"O Atlético é um time prepotente que pensa que é o Milan e ainda tem alguns porcos como torcedores. Cuspiram no técnico Muricy Ramalho o tempo todo. A polícia não tomou providência e nem mesmo o quarteto de arbitragem (...). Cuspir no chão já é falta de educação, quanto mais cuspir em outro ser humano", disse o jornalista.
A juíza destacou que "palavras com conteúdo pejorativo para se referir à atitude da torcida do clube durante a partida ("porcos atleticanos"), embora chulas, não caracterizam abuso de direito, mas mera forma de expressão que, mesmo que pouco educada, não são suficientes a abalar direito da personalidade".
Ainda cabe recurso por parte do Atlético.
Crédito:Reprodução Jornalista ganhou ação movida pelo clube paranaense
De acordo com o portal UOL, a juíza Cristiane Amor Espin, da 23ª Vara Cível da Justiça de São Paulo, avaliou que o jornalista não cometeu irregularidade, pois apenas manifestou sua opinião. Além de inocentá-lo, ela condenou o clube a pagar os honorários advocatícios, no valor de R$ 5 mil
O processo foi iniciado em 2008, quando Quartarollo comentou sobre a conduta da torcida do Atlético durante um jogo no Morumbi. Na ocasião, alguns torcedores xingaram e cuspiram no então técnico do São Paulo, Muricy Ramalho.
"O Atlético é um time prepotente que pensa que é o Milan e ainda tem alguns porcos como torcedores. Cuspiram no técnico Muricy Ramalho o tempo todo. A polícia não tomou providência e nem mesmo o quarteto de arbitragem (...). Cuspir no chão já é falta de educação, quanto mais cuspir em outro ser humano", disse o jornalista.
A juíza destacou que "palavras com conteúdo pejorativo para se referir à atitude da torcida do clube durante a partida ("porcos atleticanos"), embora chulas, não caracterizam abuso de direito, mas mera forma de expressão que, mesmo que pouco educada, não são suficientes a abalar direito da personalidade".
Ainda cabe recurso por parte do Atlético.





