Justiça nega liberdade a jornalista acusado de matar criança no MS
Justiça nega liberdade a jornalista acusado de matar criança no MS
Atualizado em 22/10/2010 às 11:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O juiz titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos contra a Vida e do Tribunal do Júri, Carlos Alberto Garcete, negou o pedido de revogação da prisão preventiva do jornalista Agnaldo Ferreira Gonçalves, acusado de ter matado uma criança durante uma briga de trânsito em Campo Grande (MS).
De acordo com o Correio do Estado , a defesa de Gonçalves havia alegado que a prisão do jornalista só foi decretada pelo fato de ele não ter sido encontrado no endereço informado à Justiça, na Comarca da cidade paulista de Praia Grande, em maio deste ano. Na época, o acusado teria comunicado que estava viajando.
Em setembro, o juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, decidiu manter Gonçalves preso, após o profissional de imprensa ter se apresentado espontaneamente ao Centro de Triagem do município. O juiz alegou que o acusado estaria "se ocultando para não ser encontrado" e dificultando a "aplicação da lei penal".
Em novembro de 2009, Gonçalves, que é diretor do Jornal Independente , se envolveu em uma briga de trânsito que resultou na morte do garoto Rogério Mendonça Pedra, de dois anos. O jornalista havia disparado cinco tiros contra o carro em que estava o menino, e uma das balas atingiu o pescoço da criança.
O advogado do jornalista, Valdir Custódio da Silva, havia entrado com recurso para a revogação da prisão preventiva do acusado assim que ele se entregou às autoridades de Campo Grande. O jornalista estava foragido há três meses.
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De acordo com o Correio do Estado , a defesa de Gonçalves havia alegado que a prisão do jornalista só foi decretada pelo fato de ele não ter sido encontrado no endereço informado à Justiça, na Comarca da cidade paulista de Praia Grande, em maio deste ano. Na época, o acusado teria comunicado que estava viajando.
Em setembro, o juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, decidiu manter Gonçalves preso, após o profissional de imprensa ter se apresentado espontaneamente ao Centro de Triagem do município. O juiz alegou que o acusado estaria "se ocultando para não ser encontrado" e dificultando a "aplicação da lei penal".
Em novembro de 2009, Gonçalves, que é diretor do Jornal Independente , se envolveu em uma briga de trânsito que resultou na morte do garoto Rogério Mendonça Pedra, de dois anos. O jornalista havia disparado cinco tiros contra o carro em que estava o menino, e uma das balas atingiu o pescoço da criança.
O advogado do jornalista, Valdir Custódio da Silva, havia entrado com recurso para a revogação da prisão preventiva do acusado assim que ele se entregou às autoridades de Campo Grande. O jornalista estava foragido há três meses.
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