Justiça mexicana exige readmissão imediata de Carmen Arístegui na rádio MVS
O juiz mexicano Fernando Silva concedeu proteção à jornalista Carmen Arístegui e ordenou que o Grupo MVS negocie um acordo para permitir o retorno dela à rádio, informou o La Jornada .
Atualizado em 15/04/2015 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
concedeu proteção à jornalista e ordenou que o Grupo MVS negocie um acordo para permitir o retorno dela à rádio, informou o La Jornada .
Em declaração, o juiz declarou que a decisão da empresa contra diversos funcionários, entre eles Carmen, que devem deixar de ser aplicados num prazo de 24 horas, alertando que, caso contrário, ficará explícito o efeito inibidor da liberdade de expressão no veículo.
Crédito:Reprodução/Facebook Juiz ordenou que a emissora recontrate a jornalista em até 24 horas
Em março, a MVS justificou a demissão de Aristegui por sua exigência de que a emissora readmitisse dois colaboradores de seu programa que foram afastados após anunciarem, sem permissão da empresa, participação no projeto MexicoLeaks, uma plataforma digital para vazamentos sobre corrupção.
Para a jornalista, este foi pretexto da empresa para atender um pedido do governo. Ela acredita que seu desligamento ocorreu pela investigação sobre a compra de uma mansão feita pela primeira-dama Angélica Rivera. A emissora negou que esse tenha sido o motivo.
"Não imagino algo deste tamanho sem ao menos anuência do máximo poder presidencial ou dos mais altos poderes [do governo]", sugeriu. Ela lembrou que em 2011 foi demitida do mesmo veículo — e depois recontratada — quando pediu ao vivo à presidência melhor postura após os rumores de cenas de alcoolismo do ex-presidente Felipe Calderón.
Em declaração, o juiz declarou que a decisão da empresa contra diversos funcionários, entre eles Carmen, que devem deixar de ser aplicados num prazo de 24 horas, alertando que, caso contrário, ficará explícito o efeito inibidor da liberdade de expressão no veículo.
Crédito:Reprodução/Facebook Juiz ordenou que a emissora recontrate a jornalista em até 24 horas
Em março, a MVS justificou a demissão de Aristegui por sua exigência de que a emissora readmitisse dois colaboradores de seu programa que foram afastados após anunciarem, sem permissão da empresa, participação no projeto MexicoLeaks, uma plataforma digital para vazamentos sobre corrupção.
Para a jornalista, este foi pretexto da empresa para atender um pedido do governo. Ela acredita que seu desligamento ocorreu pela investigação sobre a compra de uma mansão feita pela primeira-dama Angélica Rivera. A emissora negou que esse tenha sido o motivo.
"Não imagino algo deste tamanho sem ao menos anuência do máximo poder presidencial ou dos mais altos poderes [do governo]", sugeriu. Ela lembrou que em 2011 foi demitida do mesmo veículo — e depois recontratada — quando pediu ao vivo à presidência melhor postura após os rumores de cenas de alcoolismo do ex-presidente Felipe Calderón.





