Justiça iraniana condena ativistas a 50 chibatadas por posts nos Facebook
Os ativistas iranianos foram condenados à penas de oito a 21 anos de prisão. Dois dos acusados também foram punidos com multas e chicotadas.
Atualizado em 14/07/2014 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A justiça iraniana condenou oito ativistas por publicarem conteúdos "contra a segurança nacional" no Facebook. Eles administravam páginas nas quais, conforme a sentença, apresentavam conteúdos com "propaganda contra o regime", "blasfêmias" e "insultos aos chefes dos poderes estatais".
Crédito:Reprodução Presidente Hassan Rohani prometeu aumentar as liberdades individuais, se eleito, mas não conseguiu cumprir a promessa Segundo Efe, além da ação pelo comportamento na internet, os ativistas também são acusados de participar de manifestações e de "insultar os valores islâmicos", sendo que dois foram punidos com 50 chicotadas e multas de cerca de US$ 400. O governo iraniano veta o acesso às redes sociais, amplamente utilizadas durante os protestos de 2009 contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad.
O atual presidente, Hassan Rohani, foi eleito com um discurso de aumentar as liberdades públicas e, por isso, se comprometeu a liberar o acesso ao Facebook e a outras páginas. No entanto, não conseguiu cumprir a promessa de campanha devido à oposição dos setores mais radicais, que, de acordo com a agência Efe, controlam a justiça e as principais instituições do país.
Crédito:Reprodução Presidente Hassan Rohani prometeu aumentar as liberdades individuais, se eleito, mas não conseguiu cumprir a promessa Segundo Efe, além da ação pelo comportamento na internet, os ativistas também são acusados de participar de manifestações e de "insultar os valores islâmicos", sendo que dois foram punidos com 50 chicotadas e multas de cerca de US$ 400. O governo iraniano veta o acesso às redes sociais, amplamente utilizadas durante os protestos de 2009 contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad.
O atual presidente, Hassan Rohani, foi eleito com um discurso de aumentar as liberdades públicas e, por isso, se comprometeu a liberar o acesso ao Facebook e a outras páginas. No entanto, não conseguiu cumprir a promessa de campanha devido à oposição dos setores mais radicais, que, de acordo com a agência Efe, controlam a justiça e as principais instituições do país.





