Justiça espanhola encerra caso de jornalista morto pelo exército americano no Iraque
O Supremo Tribunal da Espanha encerrou na última terça-feira (9/6) a investigação criminal sobre a morte do jornalista espanhol Jo
Atualizado em 10/06/2015 às 17:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Supremo Tribunal da Espanha encerrou na última terça-feira (9/6) a investigação criminal sobre a morte do espanhol José Couso, morto em 2003 após um disparo de canhão americano no hotel onde estava hospedado no Iraque.
Crédito:Reprodução José Couso morreu após hotel em que estava ser atingido por canhão americano
Segundo a Associated Press, o juiz Santiago Pedraz, que foi o responsável pelo julgamento, justificou que o caso não poderia prosseguir em discussão por estar limitado pelo abrigo da justiça universal, aprovada em fevereiro do ano passado e que impede o magistrado de julgar crimes contra cidadãos espanhóis que tenham acontecido fora da Espanha. Pedraz ainda cancelou a ordem de captura aos três soldados norte-americanos acusados pela morte do jornalista.
De acordo com o jornal Eldiario , a família do jornalista anunciou que vai recorrer da decisão e, caso necessário, apelar ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Em comunicado, o irmão do jornalista afirmou que os familiares e amigos estão "devastados, chocados e determinados a não desistir".
Crédito:Reprodução José Couso morreu após hotel em que estava ser atingido por canhão americano
Segundo a Associated Press, o juiz Santiago Pedraz, que foi o responsável pelo julgamento, justificou que o caso não poderia prosseguir em discussão por estar limitado pelo abrigo da justiça universal, aprovada em fevereiro do ano passado e que impede o magistrado de julgar crimes contra cidadãos espanhóis que tenham acontecido fora da Espanha. Pedraz ainda cancelou a ordem de captura aos três soldados norte-americanos acusados pela morte do jornalista.
De acordo com o jornal Eldiario , a família do jornalista anunciou que vai recorrer da decisão e, caso necessário, apelar ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Em comunicado, o irmão do jornalista afirmou que os familiares e amigos estão "devastados, chocados e determinados a não desistir".
"O governo mudou a lei para proteger os assassinos de meu irmão. Foi uma mudança na lei para favorecer certos criminosos e militares dos EUA que acabaram com a vida dele", ressaltou.





