Justiça dos EUA obriga YouTube a divulgar identidade de usuário
Justiça dos EUA obriga YouTube a divulgar identidade de usuário
Atualizado em 20/10/2010 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma decisão judicial deu um prazo de duas semanas para que o site de compartilhamento de vídeos YouTube divulgue a identidade de um usuário que publicou comentários difamatórios contra a ex-modelo Carla Franklin. O autor das ofensas havia feito comentários "maliciosos" sobre um vídeo em que Carla aparece, usando três apelidos diferentes.
Segundo informações da agência Efe, Carla havia movido um processo contra o Google em um tribunal de Nova York, após a companhia ter se recusado a informar o nome do autor das ofensas. A ex-modelo, que atualmente trabalha em uma empresa de consultoria, alegou que os comentários representaram "uma humilhação pessoal" e que poderiam afetar sua carreira.
A decisão judicial gerou repercussão quanto ao anonimato na web. Segundo o portal IOnline, o advogado de Carla, David Fish, defende a tese de que qualquer pessoa tem direito de saber informações sobre quem escreveu um comentário a seu respeito em alguma plataforma da Internet. Já o Gawker declarou que as pessoas se ofendem "a cada três milésimos de segundo" por postagens feitas no YouTube ou em outros sites.
No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou ao Google Brasil, em junho deste ano, para apresentar a identificação dos responsáveis pelo da presidenciável Dilma Rousseff (PT). O site foi acusado de veicular propaganda eleitoral a favor da petista e contra seu adversário, José Serra (PSDB). Além disso, o portal pedia doações para ser mantido, o que fugiria "da alçada da contabilidade da campanha eleitoral", segundo o ministro Henrique Neves.
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Segundo informações da agência Efe, Carla havia movido um processo contra o Google em um tribunal de Nova York, após a companhia ter se recusado a informar o nome do autor das ofensas. A ex-modelo, que atualmente trabalha em uma empresa de consultoria, alegou que os comentários representaram "uma humilhação pessoal" e que poderiam afetar sua carreira.
A decisão judicial gerou repercussão quanto ao anonimato na web. Segundo o portal IOnline, o advogado de Carla, David Fish, defende a tese de que qualquer pessoa tem direito de saber informações sobre quem escreveu um comentário a seu respeito em alguma plataforma da Internet. Já o Gawker declarou que as pessoas se ofendem "a cada três milésimos de segundo" por postagens feitas no YouTube ou em outros sites.
No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou ao Google Brasil, em junho deste ano, para apresentar a identificação dos responsáveis pelo da presidenciável Dilma Rousseff (PT). O site foi acusado de veicular propaganda eleitoral a favor da petista e contra seu adversário, José Serra (PSDB). Além disso, o portal pedia doações para ser mantido, o que fugiria "da alçada da contabilidade da campanha eleitoral", segundo o ministro Henrique Neves.
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