Justiça do Egito condena jornalistas à pena de morte por vazamento de documentos
A Justiça do Egito condenou três jornalistas à pena de morte, por considerar que eles teriam colocado a segurança nacional em risco, depoisde vazarem documentos secretos para o Catar.
Atualizado em 20/06/2016 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Dois deles, Alaa Omar Mohammed e Ibrahim Mohammed Hilal, trabalham na TV . O terceiro é Asmaa al-Khateib, da agência de notícias Rassd.
Crédito:Reprodução Alaa Omar Mohammed, Ibrahim Mohammed Hilal e Asmaa al-Khateib foram condenados à morte
De acordo com a Reuters, além dos jornalistas, também receberam a mesma sentença o produtor de documentários, Ahmed Afify, o comissário de bordo da EgyptAir, Mohammed Keilany, e o acadêmico, Ahmed Ismali.
A Justiça do Egito condenou ainda o ex-presidente Mohamed Mursi a uma pena de prisão perpétua, por espionagem e vazamento de segredos de Estado. Ele já havia sido condenado em outros três casos, incluindo a pena de morte por uma fuga em massa de um presídio e prisão perpétua por espionagem e ligação com o Hamas.
A sentença dos profissionais já havia sido definida pela Justiça do Egito em maio, mas precisava ser aprovada pelo grande Mufti, a autoridade máxima do país. Todos os réus ainda podem recorrer da decisão ao Tribunal Egípcio de Cassação.
Crédito:Reprodução Alaa Omar Mohammed, Ibrahim Mohammed Hilal e Asmaa al-Khateib foram condenados à morte
De acordo com a Reuters, além dos jornalistas, também receberam a mesma sentença o produtor de documentários, Ahmed Afify, o comissário de bordo da EgyptAir, Mohammed Keilany, e o acadêmico, Ahmed Ismali.
A Justiça do Egito condenou ainda o ex-presidente Mohamed Mursi a uma pena de prisão perpétua, por espionagem e vazamento de segredos de Estado. Ele já havia sido condenado em outros três casos, incluindo a pena de morte por uma fuga em massa de um presídio e prisão perpétua por espionagem e ligação com o Hamas.
A sentença dos profissionais já havia sido definida pela Justiça do Egito em maio, mas precisava ser aprovada pelo grande Mufti, a autoridade máxima do país. Todos os réus ainda podem recorrer da decisão ao Tribunal Egípcio de Cassação.





