Justiça decide que filme sobre profeta Maomé será mantido no YouTube
Um tribunal de apelações norte-americano decidiu na última segunda-feira (18/5) que o Google não deve retirar um filme “A Inocência dos Muçu
Atualizado em 19/05/2015 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um tribunal de apelações norte-americano decidiu na última segunda-feira (18/5) que o Google não deve retirar um filme “ ” de sua plataforma de vídeo, mesmo depois de uma atriz ter alegado que foi enganada para gravar o vídeo, que tratava do líder religioso Maomé como um maníaco sexual.
Crédito:Reprodução Justiça manteve decisão e Google pode manter o filme no YouTube
De acordo com a Reuters, o filme ganhou repercussão por insultar o profeta e gerou protesto entre os religiosos no Egito, na Líbia e em outros países.
O caso ficou conhecido depois que um colegiado de 11 juízes, de uma corte americana, disse que anularia uma liminar que proibia a empresa de divulgar o vídeo em 2012. E foi reaberto depois de um painel de três juízes ordenar que o Google o retirasse do ar.
A atriz Cindy Lee Garcia, autora da ação judicial, disse que entrou na justiça após saber que o os produtores pegaram uma gravação, feita para outro filme, na qual ela critica o profeta.
Crédito:Reprodução Justiça manteve decisão e Google pode manter o filme no YouTube
De acordo com a Reuters, o filme ganhou repercussão por insultar o profeta e gerou protesto entre os religiosos no Egito, na Líbia e em outros países.
O caso ficou conhecido depois que um colegiado de 11 juízes, de uma corte americana, disse que anularia uma liminar que proibia a empresa de divulgar o vídeo em 2012. E foi reaberto depois de um painel de três juízes ordenar que o Google o retirasse do ar.
A atriz Cindy Lee Garcia, autora da ação judicial, disse que entrou na justiça após saber que o os produtores pegaram uma gravação, feita para outro filme, na qual ela critica o profeta.
Várias entidades, como Twitter e Netflix, entraram com o pedido para que o colegiado apoiasse o Google.





