Justiça condena assassino de repórter fotográfico a 21 anos de prisão
Ronaldo da Silva, réu confesso do assassinato do repórter fotográfico Paulo Jorge de Freitas, 57, do jornal A Tribuna, foi condenado a
Atualizado em 11/12/2015 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Ronaldo da Silva, réu confesso do assassinato do repórter fotográfico Paulo Jorge de Freitas, 57, do jornal , foi condenado a 21 anos, seis meses e seis dias de prisão na última quinta-feira (10/12).
Crédito:Reprodução Assassino do fotógrafo foi condenado a mais de 21 anos de prisão
De acordo com o jornal, Silva foi julgado no Fórum de Itanhaém (SP) pelos crimes de ocultação de cadáver e furto, além de homicídio qualificado por asfixia. A tese do Ministério Público foi acolhida integralmente pelos jurados.
O crime ocorreu em setembro de 2013. O fotógrafo morava em Santos, mas foi até a cidade para tratar da documentação de uma chácara que vendera. Ele aproveitou a viagem para rever amigos, entre eles, uma mulher, que é irmã do acusado.
Freitas e Silva teriam bebido. Segundo a versão do réu, ele se desentendeu com o repórter fotográfico e o matou. O corpo foi encontrado apenas cinco dias depois, quando o assassino foi capturado e indicou o local.
Crédito:Reprodução Assassino do fotógrafo foi condenado a mais de 21 anos de prisão
De acordo com o jornal, Silva foi julgado no Fórum de Itanhaém (SP) pelos crimes de ocultação de cadáver e furto, além de homicídio qualificado por asfixia. A tese do Ministério Público foi acolhida integralmente pelos jurados.
O crime ocorreu em setembro de 2013. O fotógrafo morava em Santos, mas foi até a cidade para tratar da documentação de uma chácara que vendera. Ele aproveitou a viagem para rever amigos, entre eles, uma mulher, que é irmã do acusado.
Freitas e Silva teriam bebido. Segundo a versão do réu, ele se desentendeu com o repórter fotográfico e o matou. O corpo foi encontrado apenas cinco dias depois, quando o assassino foi capturado e indicou o local.





