Justiça brasileira condena Microsoft a pagar R$ 60 mil a empresa de treinamento
Justiça brasileira condena Microsoft a pagar R$ 60 mil a empresa de treinamento
A Microsoft foi condenada pela 39ª Vara Cível de São Paulo a pagar indenização por danos morais de R$ 60 mil à empresa de treinamento Fastraining Centro Educacional.
O processo teve início em 2003, quando a Microsoft divulgou nota em seu site informando o rompimento do contrato que mantinha com a Fastraining para atuar como centro de treinamento oficial da companhia no país.
A decisão da fabricante americana tinha como base uma auditoria realizada na filial da Fastraining no Rio de Janeiro, na qual detectou que dois professores ministravam o treinamento sem o título de "Instrutor Autorizado" pela Microsoft.
Na ocasião, o presidente da companhia brasileira, Enilson de Moraes Pestano, entrou na Justiça por ter se sentido ofendido pela nota e por informações divulgadas à imprensa, em que a qualidade dos serviços prestados pela Fastraining era questionada.
Além de danos morais, o processo pleiteia danos emergentes e por lucro cessante, uma vez que, a partir da quebra de contrato, a Fastraining - que tinha cerca de 60% das receitas provenientes de cursos Microsoft - acabou encerrando suas operações, em junho de 2004.
Segundo informações do site ChannelWorld, a Microsoft teria dito, em nota, que só se manifestará ao final do processo, que ainda corre em primeira instância.






