Justiça argentina rejeita pedido para interrogar acionistas do "Clarín" e "La Nación"
Inquérito investiga suposta prática de extorsão dos acionistas no caso Papel Prensa
Atualizado em 13/03/2015 às 09:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (12/3), a Justiça argentina rejeitou o pedido do promotor Leonel Gómez Barbella para interrogar os acionistas e principais executivos dos grupos de comunicação Clarín e La Nación .
Crédito:Reprodução Filhos do ex-dono da empresa alegam que foram obrigados a vender a Papel Prensa para os jornais
De acordo com a Folha de S.Paulo , o promotor assumiu o "caso Papel Prensa" no fim do ano passado. O inquérito investiga a suposta prática de extorsão dos acionistas dos jornais para comprar a companhia, há 39 anos, durante a ditadura militar no país.
Os herdeiros do ex-dono da Papel Prensa alegam que foram coagidos pelo governo militar a ceder o controle da fabricante de papel aos jornais. Os grupos de comunicação negam a acusação e dizem que o processo foi aberto por incentivo do governo de Cristina Kirchnner, com a intenção de intimidar a imprensa independente.
O juiz Julián Ercolini afirmou que são apurados os valores da operação de venda da empresa a fim de avaliar se há procedência da acusação de que o valor pago foi irrisório. "Não existe motivo o bastante para suspeitar que os denunciados tenham participado dos delitos a que lhes atribuem", ponderou.
Crédito:Reprodução Filhos do ex-dono da empresa alegam que foram obrigados a vender a Papel Prensa para os jornais
De acordo com a Folha de S.Paulo , o promotor assumiu o "caso Papel Prensa" no fim do ano passado. O inquérito investiga a suposta prática de extorsão dos acionistas dos jornais para comprar a companhia, há 39 anos, durante a ditadura militar no país.
Os herdeiros do ex-dono da Papel Prensa alegam que foram coagidos pelo governo militar a ceder o controle da fabricante de papel aos jornais. Os grupos de comunicação negam a acusação e dizem que o processo foi aberto por incentivo do governo de Cristina Kirchnner, com a intenção de intimidar a imprensa independente.
O juiz Julián Ercolini afirmou que são apurados os valores da operação de venda da empresa a fim de avaliar se há procedência da acusação de que o valor pago foi irrisório. "Não existe motivo o bastante para suspeitar que os denunciados tenham participado dos delitos a que lhes atribuem", ponderou.





