Justiça argentina declara Lei de Mídia constitucional e grupo Clarín fica sob ameaça

Nesta terça-feira (29/10), a Corte Suprema de Justiça argentina declarou a constitucionalidade de quatro artigos da Lei de Mídia. A medida limita o número de canais de televisão e estações de rádio, além de estipular a máxima abrangência que um veículo de comunicação pode ter, sob o pretexto de "evitar a concentração da mídia".

Atualizado em 29/10/2013 às 15:10, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Divulgação Grupo Clarín será o mais afetado com medida na Argentina
Segundo O Estado de S. Paulo , as regras obrigarão 21 grupos a vender parte de seus ativos. O Clarín, maior afetado, será obrigado a ceder entre 150 e 200 licenças, além dos edifícios e equipamentos onde estão suas emissoras.
O presidente da Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca), Martín Sabbatella, disse que os donos das empresas poderão dividir os grupos de mídia entre parentes e ex-sócios. No entanto, cada caso seria analisado pela entidade, encarregada por aplicar a Lei de Mídia.