Jurados da 10ª edição do “Mulher IMPRENSA” falam sobre a importância do prêmio

Na noite da entrega dos prêmios da 10ª edição do “Troféu Mulher IMPRENSA”, realizada na última terça-feira (11/3), no espaço Rosa Rosarum, em São Paulo, alguns jurados estiveram presentes para prestigiar finalistas e vencedoras.

Atualizado em 12/03/2014 às 15:03, por Gabriela Ferigato.



Eduardo Ribeiro, idealizador do Jornalistas&Cia, afirmou que o “Mulher IMPRENSA” é um prêmio que se consolidou no mercado. “Participei de algumas edições e na festa conseguimos ver o seu prestígio, principalmente pela presença de pessoas tão relevantes”.
Crédito:Alf Ribeiro Para ele, a profissão passou a ser uma atividade muito feminina e o próximo passo é que as mulheres alcancem ainda maior projeção em altos cargos. “O mercado mostra que esse avanço chegou para ficar. Em assessoria de imprensa, por exemplo, 75% do quadro são representados por mulheres”, completou.
Segundo Marina Amaral, idealizadora do blog Profissão: Mulher, a cada nova edição o prêmio percebe o crescimento de novas categorias. “Já saímos da questão da guerra dos sexos e a mulher conquistou seu espaço nas redações, mas claro que ainda tem muita coisa para conquistar. Hoje, são 15 categorias, mas acho que daqui um tempo vão entrar novos canais”.

Diego Amorim, do Correio Braziliense , comenta sobre o processo de escolha das finalistas. “Confesso que depois de escolher alguns nomes, liguei para colegas de profissão para saber se estava alinhado com a opinião deles. Acho que esse prêmio vai fazer cada vez mais sentido, mas já temos mulheres em chefias. É uma questão de tempo para as mulheres assumirem o comando. Afinal, o mundo é delas”.

Alexandre Gibotti, diretor-executivo da Associação Brasileira das Agências Digitais (ABRADI), destacou que o “Mulher IMPRENSA” é um marco na comunicação brasileira. “Hoje, boa parte das redações são ocupadas por mulheres, espero que esse movimento permeie em outros setores da comunicação. No setor digital, a gente sente muita falta dos feromônios femininos nas nossas empresas”.
Sobre o processo de escolha das finalistas, Gibotti afirmou que tentou observar, como jurado, as peças isoladas, sem olhar o nome ou veículo da jornalista, mas sim buscar sua trajetória e relevância na carreira.
Crédito:Alf Ribeiro
Eduardo Pugnali, do Sebra-SP, jurado da categoria “comunicação corporativa”, disse que o principal critério de escolha foi baseado no sucesso que as empresas estão tendo, o que reflete nas estratégias de comunicação das gestoras que representam essas instituições.

Sobre o "Troféu Mulher IMPRENSA"
Idealizado e realizado por IMPRENSA Editorial (que edita a revista e o portal IMPRENSA), o "Troféu Mulher IMPRENSA" está em sua décima edição consecutiva e é o único prêmio no Brasil a reconhecer exclusivamente o trabalho da mulher nas redações brasileiras. Neste ano, premiando 15 categorias, mais duas especiais, o troféu ultrapassou a marca de 81,5 mil votos.