Julie Gayet abre processo contra "Closer" após revelação de caso com presidente francês
A atriz Julie Gayet abriu um processo contra a revista Closer, que revelou seu suposto caso com o presidente francês, François Hollande. Elajá havia apresentado uma denúncia para tentar identificar os autores dos rumores, mas a Procuradoria de Paris fechou a investigação sem encontrar evidências.
Atualizado em 05/02/2014 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Atriz quer que envolvidos na divulgação das fotos e do caso sejam punidos
De acordo com a Efe, a segunda denúncia, também apresentada no tribunal de Nanterre, se refere às imagens publicadas pela revista no dia 17 do mês passado. A ação se soma ao âmbito civil apresentada pela atriz contra a publicação, da qual haverá uma audiência em 6 de março.
O Código Penal francês prevê que atentados contra a intimidade de quem "está em um local privado" são punidos em até um ano de prisão e multa de 45 mil euros. Além disso, a norma Civil protege o "direito ao respeito da vida privada", justificando a ação dos advogados de Gayet que reivindicam à Closer 50 mil euros por danos morais e prejuízos e outros 4 mil por despesas judiciais.
Publicação começa a ser investigada
Após a denúncia de violação apresentada pela atriz, uma investigação preliminar foi aberta na França para avaliar as fotos da publicação, informou a agência Ansa.
Enquanto as ações são executadas, a ex-primeira-dama e jornalista, Valérie Trierweiler, concedeu uma entrevista para a revista semanal italiana Chi . Na edição que será publicada nesta quarta (5/2), ela diz que não acredita que sua vida está passando por um momento de crise.
"No Palácio do Eliseu [sede do governo francês] eu encontrei um mundo dourado. Nem todos sabem, mas minha mãe era caixa e meu pai inválido. Eu cresci em uma casa popular, e nesses últimos meses eu percebi o quanto eu tive sorte. A vida não para apenas porque não sou mais a primeira-dama", declarou.





