Julian Assange pode ter vida dura se Hillary Clinton chegar à presidência

Em junho, completam-se quatro anos do confinamento do jornalista Julian Assange, fundador do WikiLeaks, na embaixada do Equador em Londres.

Atualizado em 20/05/2016 às 11:05, por Redação Portal IMPRENSA.

do confinamento do jornalista , fundador do WikiLeaks, na embaixada do Equador em Londres. Porém, sua situação de reclusão pode piorar ainda mais caso Hillary Clinton seja eleita presidente dos Estados Unidos. Crédito:Reprodução Documentário mostra rotina de Assange na embaixada do Equador em Londres

Segundo O Estado de S. Paulo , Jacob Appelbaum, colaborador chave da organização, disse: "Tive uma reunião há um bom tempo com um funcionário de alto escalão do gabinete de Hillary Clinton, quando ela era secretária de Estado, e ele me deixou claro que Hillary não gostava de Julian e de mim”.

A afirmação de Appelbaum aconteceu após a estreia em Cannes do documentário "Risk", da diretora e jornalista Laura Poitras, vencedora do Oscar pelo documentário sobre Edward Snowden.

O filme mostra o WikiLeaks desde 2010, quando esta organização de Julian Assange publicou na internet documentos classificados que revelavam supostos abusos do exército americano no Afeganistão e no Iraque. Também acompanha a batalha do jornalista para evitar a extradição para a Suécia.

Filmado durante vários anos, o documentário apresenta detalhes da vida de Assange na pequena embaixada, onde tem um quarto dividido em um escritório e uma sala de estar. A película foi recebida com aplausos em Cannes.

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