Julian Assange exige acesso a documentos de investigação sueca antes de interrogatório
Advogados do fundador do Wikileaks querem negociar acesso aos papéis com autoridades suecas.
Atualizado em 25/03/2015 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após anunciar que pretende interrogar Julian Assange na embaixada do Equador em Londres, na Inglaterra, onde o fundador do Wikileaks está refugiado há três anos, as autoridades suecas podem enfrentar obstáculos. Isso porque os advogados do australiano querem ter acesso a todos os arquivos da investigação contra seu cliente, acusado de abuso sexual, antes de permitir que o interrogatório aconteça.
Crédito:Divulgação Defesa do jornalista quer ter acesso à documentação de processo contra ele
Segundo a AFP, normalmente os documentos de uma investigação só são liberados para a defesa após o fim do processo. Os advogados de Assange, porém, querem que a Justiça sueca abra uma exceção nesse caso. "É claro que concordamos com o interrogatório, mas eles precisam garantir pré-requisitos mínimos", disse o defensor Baltasar Garzón.
Karin Rosander, porta-voz da promotoria da Suécia, disse ao jornal britânico The Register que "o procedimento normal em situações de interrogatório é providenciar à defesa alguma informação, mas não tudo relacionado às investigações". Ela disse ainda que nenhuma solicitação formal foi feita pelos advogados de Assange.
Crédito:Divulgação Defesa do jornalista quer ter acesso à documentação de processo contra ele
Segundo a AFP, normalmente os documentos de uma investigação só são liberados para a defesa após o fim do processo. Os advogados de Assange, porém, querem que a Justiça sueca abra uma exceção nesse caso. "É claro que concordamos com o interrogatório, mas eles precisam garantir pré-requisitos mínimos", disse o defensor Baltasar Garzón.
Karin Rosander, porta-voz da promotoria da Suécia, disse ao jornal britânico The Register que "o procedimento normal em situações de interrogatório é providenciar à defesa alguma informação, mas não tudo relacionado às investigações". Ela disse ainda que nenhuma solicitação formal foi feita pelos advogados de Assange.





