Julgamento sobre extradição de fundador do WikiLeaks será prorrogado
Julgamento sobre extradição de fundador do WikiLeaks será prorrogado
Atualizado em 09/02/2011 às 11:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O julgamento sobre a extradição do fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, será estendido. O tribunal londrino responsável pelo caso retomará as audiências na próxima sexta-feira (11), segundo informou as agências de notícias.
As audiências começaram na última segunda-feira (07) e iriam até terça (08). Porém, o juiz Howard Riddle declarou que os dois dias não foram suficientes para determinar se Assange será extraditado para a Suécia, país em que é acusado de cometer crimes sexuais. Na sexta, os advogados de defesa do australiano voltarão ao tribunal para fazerem suas considerações finais.
Em novembro de 2010, a Justiça sueca pediu a prisão do fundador do WikiLeaks após ter reaberto um processo em que ele responderá por "suspeita de estupro, assédio sexual e coerção ilegal". O australiano chegou a ser incluído na lista de procurados da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), que emitiu um mandado de captura a seus 188 países membros.
Em dezembro, Assange se entregou às autoridades londrinas e permanece em liberdade condicional após ter pago fiança. O australiano nega todas as acusações, e seus advogados chegaram a declarar que, caso ele seja extraditado, poderá ser entregue aos EUA onde seria processado pela divulgação de documentos sigilosos sobre operações do Exército nas guerras do Afeganistão e Iraque em seu site, além de arquivos secretos da diplomacia norte-americana.
Em janeiro, o australiano se apresentou a um tribunal londrino como parte de uma audiência de rotina e preparatória para a definição de seu processo de extradição para a Suécia. Além do julgamento, previa-se a realização de um protesto em apoio a Assange, que contaria com a presença de personalidades, incluindo a embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e bilionária britânica Jemina Khan.
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As audiências começaram na última segunda-feira (07) e iriam até terça (08). Porém, o juiz Howard Riddle declarou que os dois dias não foram suficientes para determinar se Assange será extraditado para a Suécia, país em que é acusado de cometer crimes sexuais. Na sexta, os advogados de defesa do australiano voltarão ao tribunal para fazerem suas considerações finais.
Em novembro de 2010, a Justiça sueca pediu a prisão do fundador do WikiLeaks após ter reaberto um processo em que ele responderá por "suspeita de estupro, assédio sexual e coerção ilegal". O australiano chegou a ser incluído na lista de procurados da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), que emitiu um mandado de captura a seus 188 países membros.
Em dezembro, Assange se entregou às autoridades londrinas e permanece em liberdade condicional após ter pago fiança. O australiano nega todas as acusações, e seus advogados chegaram a declarar que, caso ele seja extraditado, poderá ser entregue aos EUA onde seria processado pela divulgação de documentos sigilosos sobre operações do Exército nas guerras do Afeganistão e Iraque em seu site, além de arquivos secretos da diplomacia norte-americana.
Em janeiro, o australiano se apresentou a um tribunal londrino como parte de uma audiência de rotina e preparatória para a definição de seu processo de extradição para a Suécia. Além do julgamento, previa-se a realização de um protesto em apoio a Assange, que contaria com a presença de personalidades, incluindo a embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e bilionária britânica Jemina Khan.
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