Julgamento de extradição de fundador do portal Megaupload é adiado para 2015
Kim Dotcom vive em liberdade condicional na Nova Zelândia
Atualizado em 08/07/2014 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O julgamento de extradição do alemão Kim Dotcom, fundador do extinto serviço de compartilhamento de arquivos Megaupload, solicitado pelos Estados Unidos por pirataria informática foi adiado até 16 de fevereiro de 2015, anunciaram fontes judicias da Nova Zelândia nesta terça-feira (8/7).
Crédito:Reprodução Julgamento para extraditar Dotcom aos EUA foi adiado para 2015
De acordo com a EFE, o advogado de Dotcom, esclareceu que o adiamento se deve a assuntos legais que devem ser resolvidos antes que se inicie o processo. As autoridades não deram detalhes, mas adiantaram que o julgamento ocorrerá no distrito de Auckland, a principal cidade do norte da Nova Zelândia.
Os Estados Unidos atribuem ao Megaupload perdas de mais de US$ 500 milhões de indústria do cinema e da música ao alegar que o site transgrediu os direitos autorais de empresas, além de obter lucros de US$ 175 milhões.
Dotcom, que vive em liberdade condicional na Nova Zelândia com outros três executivos do portal, luta nos tribunais para recuperar todos seus bens e os materiais que as autoridades expropriaram em sua casa.
Crédito:Reprodução Julgamento para extraditar Dotcom aos EUA foi adiado para 2015
De acordo com a EFE, o advogado de Dotcom, esclareceu que o adiamento se deve a assuntos legais que devem ser resolvidos antes que se inicie o processo. As autoridades não deram detalhes, mas adiantaram que o julgamento ocorrerá no distrito de Auckland, a principal cidade do norte da Nova Zelândia.
Os Estados Unidos atribuem ao Megaupload perdas de mais de US$ 500 milhões de indústria do cinema e da música ao alegar que o site transgrediu os direitos autorais de empresas, além de obter lucros de US$ 175 milhões.
Dotcom, que vive em liberdade condicional na Nova Zelândia com outros três executivos do portal, luta nos tribunais para recuperar todos seus bens e os materiais que as autoridades expropriaram em sua casa.





