Jovens criam veículos digitais independentes em Cuba
A reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos pareceu ajudar na abertura aos meios de comunicação no país. Mesmo incertos sobre o cenário político do país, dois jovens decidiram investir e criar veículos digitais independentes, informou o El País.
Atualizado em 24/03/2016 às 17:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Estados Unidos pareceu ajudar na abertura aos meios de comunicação no país. Mesmo incertos sobre o cenário político do país, dois jovens decidiram investir e criar veículos digitais independentes, informou o El País.
Crédito:Wikimedia commons Jovens lançam veículos em meio à abertura em Cuba
O havanês Abraham Jiménez Enoa, de 27 anos, deu vida ao . O portal foi lançado no último dia 14 de março, Dia da Imprensa em Cuba e uma semana antes da chegada de Barack Obama à ilha; "O que nós queremos é falar sobre Cuba sem nenhum tipo de militância, e, se algum senhor vermelho, azul ou verde não gostar, já não será nossa culpa", explicou.
Outra iniciativa é de Elaine Díaz, 30, fundadora do . Ela define o veículo como uma vitória da necessidade contra a divagação. “Em nosso país, há duas formas de encarar a mudança: na teoria ou fazendo coisas. E nós decidimos mostrar que em Cuba deveria haver uma forma de gestão não estatal dos meios de comunicação que seja capaz de produzir um jornalismo sério, profundo, de investigação, fiel à cidadania e não necessariamente ao Governo”.
Para Rafael Hernández, diretor da revista Temas , publicada pelo Ministério da Cultura, é urgente que se crie uma legislação que garanta autonomia aos meios de comunicação. “A questão da autonomia não é apenas uma necessidade da imprensa, mas sim algo fundamental para a transformação do funcionamento de todo o setor estatal”, disse.
Crédito:Wikimedia commons Jovens lançam veículos em meio à abertura em Cuba
O havanês Abraham Jiménez Enoa, de 27 anos, deu vida ao . O portal foi lançado no último dia 14 de março, Dia da Imprensa em Cuba e uma semana antes da chegada de Barack Obama à ilha; "O que nós queremos é falar sobre Cuba sem nenhum tipo de militância, e, se algum senhor vermelho, azul ou verde não gostar, já não será nossa culpa", explicou.
Outra iniciativa é de Elaine Díaz, 30, fundadora do . Ela define o veículo como uma vitória da necessidade contra a divagação. “Em nosso país, há duas formas de encarar a mudança: na teoria ou fazendo coisas. E nós decidimos mostrar que em Cuba deveria haver uma forma de gestão não estatal dos meios de comunicação que seja capaz de produzir um jornalismo sério, profundo, de investigação, fiel à cidadania e não necessariamente ao Governo”.
Para Rafael Hernández, diretor da revista Temas , publicada pelo Ministério da Cultura, é urgente que se crie uma legislação que garanta autonomia aos meios de comunicação. “A questão da autonomia não é apenas uma necessidade da imprensa, mas sim algo fundamental para a transformação do funcionamento de todo o setor estatal”, disse.





