Jovem que ameaçou criadora de campanha contra estupro alega ter "brincado"
Mais oito pessoas estão sendo investigadas. Caso sejam condenadas, podem pegar de seis meses a um ano de prisão.
Atualizado em 05/05/2014 às 11:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um rapaz de 23 anos que fez ameaças à jornalista Naná Queiroz, responsável pela organização do movimento , alegou em depoimento que a ação foi apenas uma brincadeira.
Crédito:Reprodução Jornalista foi ameaçada de estupro por internautas
De acordo com o Diário da Manhã , o jovem é vendedor e mora em Itaguí, no Rio de Janeiro (RJ). Ele havia publicado no Facebook que desejava violentar a jornalista. Identificado pela polícia na semana passada, ele negou as acusações.
Além dele, mais oito pessoas estão sendo investigadas por ameaças à jornalista. Um deles foi identificado como um adolescente de 16 anos, de São Paulo (SP). Caso sejam condenados, podem pegar de seis meses a um ano de prisão.
Entenda o caso
A campanha da jornalista começou no mês passado como reação ao resultado de uma pesquisa do Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), no qual apontou que 65% dos entrevistados disseram que mulheres com roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. Cerca de uma semana depois, foi divulgado que os dados do levantamento estavam equivocados. O índice correto seria 26%.
Crédito:Reprodução Jornalista foi ameaçada de estupro por internautas
De acordo com o Diário da Manhã , o jovem é vendedor e mora em Itaguí, no Rio de Janeiro (RJ). Ele havia publicado no Facebook que desejava violentar a jornalista. Identificado pela polícia na semana passada, ele negou as acusações.
Além dele, mais oito pessoas estão sendo investigadas por ameaças à jornalista. Um deles foi identificado como um adolescente de 16 anos, de São Paulo (SP). Caso sejam condenados, podem pegar de seis meses a um ano de prisão.
Entenda o caso
A campanha da jornalista começou no mês passado como reação ao resultado de uma pesquisa do Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), no qual apontou que 65% dos entrevistados disseram que mulheres com roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. Cerca de uma semana depois, foi divulgado que os dados do levantamento estavam equivocados. O índice correto seria 26%.





