José Sarney acusa Estadão de promover "campanha nazista" contra ele
José Sarney acusa Estadão de promover "campanha nazista" contra ele
José Sarney acusa Estadão de promover "campanha nazista" contra ele
Em discurso do plenário do Senado nesta segunda-feira (17), o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), acusou o jornal O Estado de S. Paulo de promover uma campanha "nazista" contra ele.
"O jornal vem se empenhando em uma campanha sistemática contra mim, uma sistemática nazista de acabar com a imagem da pessoa até levar para a câmara de gás. Felizmente não temos câmara de gás no Brasil", afirmou.
Uma liminar do Tribunal de Justiça do Distrito Federal proíbe o jornal de noticiar qualquer fato referente à Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que investiga, entre outros, o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado.
"É com grande tristeza que vejo O Estado de S.Paulo hoje, depois de uma decadência financeira que o levou a terceirizar sua administração, terceirizar sua redação, sua experiência e sua respeitabilidade. Transformou-se em um jornal que passou a ser, em vez de um jornal lido e respeitável, um tablóide londrino", declarou Sarney segundo o UOL.
O senador reclamou, ainda, do vácuo jurídico criado com a revogação da Lei de Imprensa pelo Supremo Tribunal Federal. "A Constituição diz que nós temos direito à privacidade. E este país rasga a Constituição, porque nenhum de nós tem mais garantia à privacidade. Não temos lei de imprensa, não temos direito de resposta. O que devemos fazer? Submeter-nos a isso aqui que nós estamos vendo", concluiu.
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